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A vez da WAN

Estudo do Aberdeen Group mostra que investimento das grandes empresas em redes WAN deve aumentar 31% em 2008

23/04/2007 às 17h16

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Otimizar redes WAN (wide area network) nunca foi tão fundamental para as companhias. Nenhuma outra tecnologia – antes da era do IP, VPN, MPLS e Ethernet – forçou empresas a reconsiderar opções de serviço, velocidade, segurança, flexibilidade, arquitetura e custo como agora.
De acordo com o Instituto Aberdeen, as tradicionais 500 empresas mais importantes apontadas pela revista Fortune já destinam 3,6% de seu orçamento aos serviços de WAN, equipamentos e recursos necessários para comunicação de longa distância. Isto representa mais que 327 bilhões de dólares por ano. Os responsáveis por gerenciar os serviços de WAN demonstram estar de acordo com o Aberdeen e seu recente estudo “Latency Matters: The WAN Benchmark Report”.
A maior parte das grandes empresas vêem os serviços de WAN como uma infra-estrutura cara. Entretanto, trata-se de um investimento necessário aos negócios, inclusive para reduzir custos, diferentemente do que pensa, hoje, a média das empresas. “A redução dos gastos ainda é a mudança primordial para os grandes”, afirma Peter Brockmann, vice-presidente e diretor de pesquisa do Aberdeen e autor do estudo em questão. Para valorizar cada dólar investido, no entanto, estas empresas buscam a melhor disponibilidade e performance de suas redes. “Elas têm processos, organização, conhecimento e tecnologia para responder mais rapidamente às mudanças ocasionadas pelas WANs e manejam a transição para serviços avançados, como Ethernet WAN ou MPLS”. Ele avalia que nenhum outro serviço jamais ofereceu tão baixa complexidade num serviço de larga escala.
Entre os entrevistados na pesquisa, é quase unânime (94%) a expectativa de crescimento do mercado de WAN em 2008. Mas, para as grandes companhias, o índice deve ser de 31%, enquanto para as demais ele deve ser de 19%. Além disso, a previsão é que estas grandes empresas invistam mais em WAN do que os 7% da média.

As melhores práticas, segundo o Aberdeen
1) Crie ferramentas e processos para medir com freqüência a disponibilidade da rede, a qualidade do áudio e o desempenho do serviço. Isto deve incluir uma operação central no esquema 24/7. No caso das grandes empresas, a escala de trabalho do fornecedor deve ser integrada à do centro de operações de rede (NOC)
2) Desenvolva um serviço ou aplicação de controle de gastos com telecom. Isto pode reduzir mais de 10% dos custos
3) Reduza o peso econômico da rede criando aplicações mais ágeis ou otimizando ferramentas da própria WAN. 

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