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Educação tecnológica

Líderes de TI do setor educacional criam grupo para promover a discussão e encontrar as melhores práticas em tecnologia para a área

Thais Aline Cerioni

30/03/2007 às 18h30

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Na manhã desta sexta-feira (30/03) nasceu a Confraria GTI, grupo formado por líderes de TI de instituições de ensino que tem como objetivo a aproximação do pessoal do setor, a discussão de problemas enfrentados no dia-a-dia e a definição das melhores práticas em tecnologia para o segmento. “A idéia do grupo surgiu quando eu e o Christian [Menescal, gerente-executivo de TI do IBMEC São Paulo] nos encontramos em um evento de um fornecedor comum e percebemos que enfrentávamos os mesmos problemas”, conta César Tadeu Fava, CIO do Senac-SP.
Durante a primeira reunião, realizada no IBMEC São Paulo, os cerca de 30 executivos presentes tiveram a oportunidade de conhecer mais sobre a arquitetura orientada a serviços e, principalmente, expor suas questões e agruras no que se refere ao uso de tecnologia no setor educacional. O objetivo dos participantes é formar três grupos de trabalho, cada um focado em um dos temas propostos – SOA, sistemas de gestão e indicadores – e, no próximo encontro, previsto para maio, apresentar os resultados das discussões.
“A TI não é diferencial tecnológico para nós. Nenhum aluno vai escolher a universidade pela eficiência do processo de matrícula. Ou seja, entregar este tipo de sistema é o básico que temos de fazer”, pontua Fava. “E, por isso, temos de descobrir a melhor forma de fazer.” O executivo destaca como uma das grandes dificuldades do setor a adoção de um sistema de gestão educacional, citando a própria experiência complicada com a tecnologia. “Meu prazo para colocar o sistema de gestão no ar era 2005 e vou fazer isso na próxima páscoa”, revela Leonardo Alecrim, CIO da Anhembi Morumbi, fazendo coro às reclamações de Fava.

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