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Marcos Hamsi, CIO da Martin-Brower, é o CGO 2006

Em uma manhã nublada de dezembro, finalistas e convidados deram as tacadas decisivas da Copa CIO Golfe enquanto se divertiram com colegas e amigos

04/01/2007 às 17h48

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Ele prometeu e cumpriu. Marcos Hamsi, CIO para América Latina da Martin-Brower, é o Chief Golf Officer 2006. “Era o meu objetivo. E quando eu coloco uma meta, vou atrás até alcançar”, diz o campeão. Hamsi definiu o seu propósito na Copa assim que venceu a etapa classificatória, durante o CIO IT Summit Comércio e Serviços, em agosto. “Eu participei desta etapa só para ganhar no final do ano”, brincou na época.
Jogador há cerca de dois anos e meio – e com handicap 36 –, o CIO da Martin-Brower avisa aos aspirantes a campeões que o segredo é praticar sempre. “Minha dica é treinar, treinar e treinar. E encontrar um bom instrutor para não começar errado, para evitar os vícios de movimento”, sugere Hamsi. Ele treina no driving range no mínimo uma vez por semana e tem uma aula a cada 15 dias. “Só não vou tanto pro campo porque não sou sócio de nenhum”, explica.
Outros apaixonados pelo esporte, Francisco Açakura, CIO da Ripasa, e Lisias Lauretti, CIO da TecBan, também apostam nos treinos constantes e, principalmente, na técnica e na disciplina para melhorar a cada dia seus resultados. “Tenho uma planilha na qual anoto todos os meus resultados e os comparo”, conta Lauretti. Açakura, que tem handicap 12, também se dedica bastante ao golfe. “Certa vez fui ao campo e pedi ao cad para filmar todos os meus movimentos. Depois assisti tudo, quadro a quadro, para ver o que estava bom e o que tinha problemas”, relembra o executivo. “Só não aconselho fazer isso antes de um campeonato. Quando fiz, acabei tendo resultados ruins, porque ficava pensando no movimento”, sugere Açakura.
A experiência, entretanto, não era regra entre os finalistas. Ao contrário, a maior parte dos competidores teve o primeiro contato com o esporte durante a fase classificatória. Entre eles, alguns foram fisgados e passaram a treinar sério para a final. Caso, por exemplo, de Will da Silva, CIO da Pioneer, que conquistou o terceiro lugar do campeonato com apenas sete meses de treinos. “[Desde o Summit] participei das clínicas promovidas pelo IDG e fiz algumas aulas avulsas no driving”, conta o executivo que fez, em média, duas aulas por mês. “Não é o suficiente para ir pro campo sozinho, mas foi o bastante pra acertar algumas tacadas na partida.”
Assim como Silva, muitos outros jogadores passaram a levar a sério as tacadas após se classificarem para a final do campeonato – e chegaram ao hotel em que ficariam “concentrados” carregando suas taqueiras. “Vi um pessoal chegando com sacola de tacos para intimidar a gente, mas eles não me intimidam não”, brincava Madalena Nascimento, CIO do ItauBank, na véspera da final.
Sem desanimar nem com o céu nublado e a garoa fina que ofuscaram a beleza do campo do Portal do Japy, em Cabreúva (SP) na manhã de sábado (09), Madalena empolgou seu time buraco a buraco. Graças ao entusiasmo, levou um dos troféus-revelação. “Adorei tudo. Me diverti ainda mais do que na primeira etapa, apesar de ter achado o campo mais difícil”, conta a CIO que, na final, teve sua segunda experiência com o golfe. “Gostei também da oportunidade de encontrar velhos amigos, que eu não via há muito tempo.”
Madalena foi a única mulher a competir a final da Copa, já que a outra finalista – Laura de Lima, do Banco Cacique – estava contundida. “Fiz questão de vir, mesmo com o braço quebrado, porque o ambiente é descontraído e dá para fazer um bom relacionamento”, explica Laura. Apesar de não ter conseguido treinar nenhuma vez nos dois meses entre o CIO IT Summit Finanças e a final da Copa, Laura garante que gostou do esporte e que pretende se dedicar. “O golfe parece bobo e monótono, mas não é nem uma coisa e nem outra. Você faz muitos contatos, caminha, os campos são lindos”, comenta, entusiasmada. Depois que for liberada pelo fisioterapeuta, Laura pretende começar a treinar sério. “Descobri uma loja de golfe no shopping e já fui até ver o material.”
Madalena, que vai treinar junto com Laura no ano que vem, só sente falta de mais mulheres no esporte. “Temos que continuar participando dos eventos e, principalmente, incentivando outras mulheres a jogar”, afirma. “Lá no banco, o pessoal se surpreendeu quando me viram na revista. Mas, é claro. Mulher de tecnologia, parte do corpo executivo e ainda que joga golfe...é demais!”, brinca.

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