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Os donos dos bonés – os vencedores da segunda etapa da Copa CIO de Golfe

Na segunda etapa da Copa CIO Golfe, realizada durante o CIO IT Summit Indústria, mais quatro executivos ganharam o boné e garantiram seus lugares na final

Thaís Aline Cerioni

30/05/2006 às 16h02

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Em um sábado ensolarado, 34 CIOs do setor de manufatura passaram cerca de quatro horas no campo de golfe do hotel Blue Tree Park disputando a segunda etapa da Copa CIO Golfe. Nove buracos e muitas tacadas depois, estavam definidos os quatro jogadores que terão a chance de disputar o título de Chief Golf Officer na grande final do torneio, que acontecerá em dezembro.
Cláudio Fontes, da Spaipa/Coca-Cola; Will Silva, da Pioneer do Brasil; Francisco Açakura, da Ripasa, e Ademir Pereira da Silva, da Cooperativa Agroindustrial LAR, comemoraram o excelente resultado e a chance de representar o setor industrial no final do ano. “Espero não decepcionar. E não me decepcionar”, afirmou Açakura, sobre suas expectativas em relação à final.
Com handicap 12, o CIO da Ripasa é um dos jogadores mais experientes e entusiasmados com o esporte. Sua paixão pelo golfe cresceu tanto ao longo dos últimos anos que hoje ele é sócio do PL Golf Club, de Arujá, interior de São Paulo. “A necessidade de pensar estrategicamente, ter concentração, dedicação e habilidade torna o jogo uma excelente oportunidade de encontrar o flow”, avalia o executivo, comentando o conceito de “flow” apresentado por Renato Ricci durante CIO IT Summit como a união da habilidade e do desafio nas medidas certas.
Mas a experiência de Açakura foi exceção na segunda etapa do torneio. Dos quatro executivos que vão para a final, dois jogaram pela primeira vez durante o evento. “Achei [o jogo] ótimo. Ainda mais ganhar logo o primeiro lugar, é um incentivo enorme”, declarou o gerente de tecnologia da informação da Pioneer do Brasil, Will da Silva. Ele garantiu que vai procurar uma academia e começar a treinar para o fim do ano. Ademar da Silva, da Cooperativa Agroindustrial LAR, também é um iniciante entusiasmado. “A interação com o grupo e o apoio do time são incentivos ótimos”, disse. “E, além disso, o ambiente é lindo.”
O quarto classificado para a final foi Cláudio Fontes, da Spaipa. O executivo, que já jogou golfe por dois anos e chegou a ter handicap 32, foi obrigado a se afastar dos campos por um ano e dez meses, devido a uma contusão na coluna, fruto de um acidente. “Estou muito feliz com o primeiro lugar. É muito bom recomeçar com o pé direito”, comemora.

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