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Não é produto, é estratégia – parte 2

Consórcio busca investimento de 16 milhões de euros para desenvolver uma metodologia de qualidade para desenvolvimento de aplicações open source

Rachel Rubin

09/03/2006 às 15h24

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CMM em open source

Laisné contou que o consórcio apresentou uma proposta à Comissão Européia para um investimento de 16 milhões de euros a fim de desenvolver uma metodologia de qualidade para desenvolvimento de aplicações open source. "Será uma espécie de CMM (capability maturity model) do software livre", afirma o executivo.

Caso a Comissão acene positivamente – "e pelo andamento das conversas tudo aponta que isso vai ocorrer", diz ele –, a definição das regras e do processo de certificação deve levar cerca de quatro anos para ficar pronta. "Imaginamos que, começando ainda neste ano, o primeiro draft ficará pronto em cerca de um ano e meio", conta Laisné.

Ainda de acordo com o presidente do ObjectWeb, o Brasil está representado no projeto. "A USP (Universidade de São Paulo e o Serpro estão participando ativamente da iniciativa", detalha.

Laisné veio ao Brasil por intermédio da Bull, uma das maiores empresas de TI da Europa e uma das patrocinadoras do CIO IT Summit Governo. No mês passado, a fornecedora lançou uma solução voltada para atender às necessidades de código aberto dos setores público e privado: o Open Energy, desenvolvido para integrar componentes componentes de software open source com sistemas de informação. Dentre os benefícios para os usuários estão padronização, flexibilidade, melhos custo-benefício e controle.

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