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parte 2

Rachel Rubin

25/01/2006 às 15h14

Foto:

CPM no portifólio

Na ocasião também estavam presentes os parceiros da MicroStrategy, incluindo a Geac, que entrou para o "time" no fim do ano passado. A Geac é especialista em CPM (corporate performance management) – um das lacunas, até então, que os concorrentes mais apontavam na empresa.

"Uma plataforma precisa ser aberta o suficiente para funcionar com ferramentas já consagradas", explica Bolieiro. "Comprar outras empresas significa gastar muito tempo e dinheiro tentando fazer duas tecnologias diferentes conversarem", acrescenta.

A aposta constante da empresa é no BI corporativo, que não visa a ser uma solução departamental, e sim capaz de atender a ambientes com diferentes necessidades, mais abrangente e ao mesmo tempo flexível. Assim, estariam na mira também clientes que lidam com ambientes de alta complexidade, com diferentes softwares de BI.

Hoje, a MicroStrategy tem 100 clientes no Brasil, sendo a maioria de grande porte.

* Rachel Rubin viajou a Miami a convite da MicroStrategy

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