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Arquitetura de impacto – parte 8

O diretor de ciência da informação e da computação da organização de pesquisa de supercomputação Cornell Theory Center, David Lifka, recorda um ótimo exemplo de como Web services fornece interoperabilidade de ponta

22/12/2005 às 12h04

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“Tínhamos colaboração com várias universidades, vários cientistas fazendo modelagem de material no nível atômico, mas cada um com sua própria plataforma. Havia uma concessão por três anos. Por isso, poderíamos passar três anos portando todos os dados para uma plataforma, depois de discutir incessantemente sobre qual seria melhor, ou se poderíamos usar a ‘cola’ Web services. Obviamente, optamos pela última alternativa, que consumiu menos tempo e funcionou muito bem.”
À medida que os CIOs começam a colocar  .Net e WebSphere (seu arquiconcorrente fornecido por IBM) em funcionamento para Web services, a velha pergunta sobre qual arquitetura de tecnologia adotar pode dar lugar a uma nova pergunta: quais ferramentas são apropriadas? E onde?
Embora IBM e Microsoft tenham saído-se bem na arena de padrões, ainda estão engatinhando no marketing de suas ferramentas específicas para os CIOs.
O interessante sobre esta disputa pela atenção desses executivos é que, em sua maioria, eles não estão prestando muita atenção. Os CIOs não estão apostando nem em .Net, nem em WebSphere. Eles estão apostando em Web services. .Net e WebSphere são meios para este fim. O que importa, realmente, é que .Net suporta Web services e código gerenciado. É o que o torna atrativo.
Muitos CIOs utilizam tanto .Net quanto WebSphere e vão continuar a fazê-lo. Não há consenso sobre qual ferramenta é melhor. Muitos estão optando por trabalhar com a Microsoft no lado cliente e tecnologia IBM no back office; velhos hábitos são difíceis de mudar. Mas padrões tornaram ultrapassada a submissão a um ou outro fornecedor
Com Web services, os CIOs têm uma linguagem comum para facilitar a integração; a capacidade de expor suas empresas e outras a uma gama inteiramente nova de serviços; e menor risco na escolha de tecnologia no início dos projetos. Os fornecedores têm que competir com base em seu mérito e não graças a aprisionamento. Vislumbra-se o início de uma era de ouro para os CIOs.

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