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Arquitetura de impacto – parte 7

Por mais que esta mudança seja profunda para a Microsoft, .Net e seu vínculo com Web services representam uma mudança ainda mais profunda para os CIOs

22/12/2005 às 12h02

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Isso porque os CIOs finalmente, podem escolher as ferramentas de desenvolvimento mais adequadas para o serviço que uma aplicação vai fornecer, em vez de terem de usar as ferramentas determinadas por uma arquitetura de tecnologia pré-selecionada.
Além disso, a possibilidade de substituição de Web services significa que os riscos da tecnologia diminuem. Se um ambiente de desenvolvimento não dá certo, pode ser mudado, e esta falha não afetará a arquitetura de tecnologia inteira. Os CIOs podem não só tolerar a heterogeneidade, mas abraçá-la, dentro e fora de suas empresas, com parceiros e clientes.
Segundo Sutera, da JetBlue, a antiga pergunta de TI era: o que fazemos para padronizar sobre uma plataforma? “Esta pergunta não é tão importante com Web services. Você ganha uma liberdade que não tinha antes e que é extremamente atrativa. Basta usar a ferramenta certa para o trabalho certo”, comenta.
É um grande alívio. O peso das decisões de tecnologia, as mesmas decisões que costumavam ser o cerne da função de CIO, foi retirado dos seus ombros. Em vez de pensar sobre a tecnologia, eles podem focar no negócio — quais serviços expor a quem, que processos de negócio aprimorar. E, como eles não têm que compatibilizar tecnologias diferentes, não têm que perder tanto tempo em integração.
“Podemos olhar para o processo em vez do código”, observa Marc West, CIO da H&R Block, corretora americana que nas maiores bolsas de valores dos Estados Unidos. Ele credita à Web services e .Net o fato de conseguir colocar seu sistema de aquisição de clientes em funcionamento muito mais rápido do que era possível antigamente. “Temos a oportunidade de realizar um trabalho mais valioso. Antes gastávamos muito tempo com .Net versus Java. Isso é muito menos relevante agora.”
“Eu não poderia me importar menos com o que o desenvolver usa”, afirma Scott Osgood, CTO da Noel-Levitz, subsidiária da Sallie Mãe, maior empresa americana no mercado de empréstimos governamentais e privado para a área educacional. “Fiquei livre para me preocupar com o que estamos tentando realizar, e não com as interfaces técnicas.”

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