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Sem amarras – parte 3

Loose coupling é atrativo em muitos níveis. Ele aumenta a flexibilidade ao facilitar a troca de módulos conforme a necessidade, por exemplo

John Hagel e John Seely Brown

15/12/2005 às 20h52

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Em um ambiente de TI baseado nesse conceito, uma empresa seguradora, por exemplo, teria mais facilidade para acessar um novo algoritmo altamente especializado que lhe permite avaliar riscos em determinadas categorias de prédios comerciais de maneira mais rigorosa do que um algoritmo mais geral.
Consequentemente, a empresa não teria mais que se apoiar em um único algoritmo de uso geral para cobrir todos os prédios comerciais. Em vez disso, ela poderia usar algoritmos best-in-class para categorias de seguro específicas e, assim, gerenciar sua exposição a riscos com mais eficácia.
Loose coupling provavelmente é ainda mais atrativo a longo prazo por seu papel de aprimorar a inovação. Para começar, os gestores destes sistemas podem recombinar módulos de maneiras criativas para fornecer valor distintivo.
Corretores de valores online, por exemplo, estão usando arquiteturas de TI loosely coupled com o objetivo de reunir um rico conjunto de informações especializadas de maneiras extremamente “talhadas” para satisfazer as necessidades de investidores com grande patrimônio líquido.
Os investidores precisam de informação detalhada sobre o desempenho de suas carteiras, bem como acesso a uma variedade de informações especializadas de terceiros — relatórios de analistas, tabelas técnicas, perfis de empresas, dados macro-econômicos e assim por diante — para tomar decisões de investimento melhores. SOAs permitem que os corretores de valores reúnam um conjunto muito mais amplo de recursos para seus investidores e, assim,  possam experimentar novas maneiras de combinar dados e técnicas analíticas.

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