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Parte 3: Mulheres e TI, cada vez mais próximas

Rachel Rubin

26/08/2005 às 14h35

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No caso de Moira, da Mapfre, as primeiras realizações serão suportar grandes operações e o próprio crescimento da seguradora. “Em particular aproveitarei a minha experiência no processo de migração do TronWeb (sistema central de dados da Mapfre) na Venezuela”, conta.
Mas será que as mulheres, que ainda costumam levar uma vida dupla, para não dizer “múltipla” – cuidar da carreira, da casa, dos filhos e do próprio bem-estar – sentem-se preparadas para a dedicação que o cargo de CIO exige, com muitas e muitas horas de labuta, viagens freqüentes?
Para Moira, morar no Brasil já é o primeiro desafio: é a primeira vez que reside fora da Venezuela. A parte difícil da experiência, diz, tem sido ficar longe dos familiares e amigos. “Mas estou investindo um grande ânimo para que essa decisão se transforme em êxito tanto para mim quanto para minha família e para a Mapfre.” Casada, sem filhos, Moira pretende morar no País o tempo que a empresa considerar necessário. “Se eu ficar grávida, meus filhos serão paulistanos”, garante.
Tânia, da Alcoa, que há pouco tempo terminou um MBA em marketing na USP (Universidade de São Paulo), também é casada, e ainda tem dois filhos pequenos. Mas deixa claro que está muito feliz e realizada com o reconhecimento da companhia por lhe ter confiado a liderança da área tecnologia da informação. “É um grande desafio e estou certamente no momento mais feliz de minha carreira. Nossa área é uma célula de serviços, deve exceder sempre as expectativas dos nossos clientes internos”, disse a CIOMAGAZINE.COM.BR, por e-mail, de Redmond (Seattle, EUA), onde participava de um grupo de executivos convidados a discutir tendências em tecnologia.

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