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Converta descrentes de TI em entusiastas – Parte 5

Parte 5

STEPHANIE OVERBY e RACHEL RUBIN*

24/08/2005 às 18h27

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É impossível aprimorar o modo como TI é percebida sem ter competência básica na função e algum nível de êxito na implementação de sistemas, mas não basta ser competente ou ter muito sucesso em um projeto. Os CIOs precisam ser pró-ativos e consistentes na empreitada de espalhar a boa notícia do valor de TI por meio de mensuração, alinhamento e comunicação eficazes (veja “As Melhores Maneiras de Mudar a Percepção”). Munidos de uma combinação destas melhores práticas talhadas para suas situações e necessidades específicas, os CIOs podem enfrentar as seguintes reclamações típicas contra TI:
Os projetos de TI sempre estão atrasados, estouram o orçamento e são difíceis de acompanhar e entender.
Quando Frank La Rocca foi convidado para assumir o cargo de vice-presidente de TI da KeySpan, há dois anos e meio, reuniu-se durante pelo menos uma hora com cada um dos executivos corporativos seniores da empresa de serviços públicos de 6,7 bilhões de dólares. Sozinho. A área tinha um orçamento alto e pouca transparência. Os executivos com quem La Rocca conversou disseram que não conseguiam entender em quê TI gastava todo aquele dinheiro. Eles aprovavam projetos, mas não eram informados sobre o andamento do trabalho. Sentiam-se desconectados, fora do circuito. Poucos projetos eram concluídos dentro do prazo e do orçamento.
“Nossa grande inquietação era não saber com clareza onde os recursos de TI — dinheiro e pessoal — estavam sendo gastos e como estas decisões estavam sendo tomadas”, lembra Robert J. Fani, Presidente e COO da KeySpan. “Eles não eram receptivos a que métricas de benchmark e performance fossem examinadas. Não estavam dispostos a analisar outsourcing versus insourcing. E, para piorar a situação, havia uma inabilidade de se comunicar e se fazer entender.”
Na KeySpan, TI era percebida como uma organização “hostil, inacessível, relutante em colaborar”, descreve Fani. “O negócio perdeu a confiança na tecnologia da informação”, resume La Rocca.

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