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IA, ransomware e cloud: as principais armas de ciberataques para 2020
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IA, ransomware e cloud: as principais armas de ciberataques para 2020

Segundo McAfee, próximo ano será marcado pelo crescimento de riscos à segurança gerados pela tecnologia de reconhecimento facial e biometrias

Da Redação

09/12/2019 às 7h56

Foto: Shutterstock

O ano de 2020 será um ano de complexidade no que tange questões de cibersegurança, avisou a McAfee por meio de seu relatório anual "Previsões para 2020", recentemente divulgado. O documento prevê as principais ameaças cibernéticas que devem colocar usuários e empresas em risco no próximo ano.

Ameaças com base em inteligência artificial (IA) e machine learning foram destaque. De acordo com Steve Grobman, diretor de tecnologia da McAfee, a criação de conteúdos falsos ganhará mais espaço em 2020, já que a manipulação de imagens e áudios não exige mais conhecimento especializado.

A partir de ferramentas de inteligência artificial e aprendizado de máquina, atores maliciosos deverão distribuir ainda mais materiais com informações não verídicas. Além disso, a previsão é de que o próximo ano seja marcado pelo crescimento de riscos à segurança gerados pela tecnologia de reconhecimento facial e outros sistemas biométricos.

Grobman afirma que os criminosos cibernéticos começarão a criar falsificações para evitar o reconhecimento facial, tornando necessário que as empresas fortaleçam a tecnologia.

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Outro ponto citado no relatório é a extorsão e filtragem de dados. No ano passado, a McAfee previu que os cibercriminosos criariam grupos para aumentar o número de ameaças, o que foi confirmado.

“Os grupos de ransomware usaram máquinas pré-infectadas de outras campanhas de malware ou o protocolo RDP (Remote Desktop Protocol) como ponto de partida para a campanha”, diz John Fokker, chefe de investigações cibernéticas da McAfee.

A previsão é de que os grupos de cibercriminosos gerem ataques ainda mais eficientes, direcionando os seus ataques a usuários e empresas por extorsão.

“Até 2020, esperamos que a penetração seletiva nas redes corporativas continue a crescer e, finalmente, dê lugar a ataques de extorsão em duas etapas. No primeiro, os cibercriminosos lançarão um ataque paralisante de ransomware, extorquindo as vítimas para recuperar seus arquivos. No segundo, eles irão contra-atacar, mas desta vez ameaçando revelar os dados confidenciais roubados antes do ataque”, acrescenta Fokker.

Segundo o relatório, a dependência das APIs aumentará por conta do crescente ecossistema de aplicativos em nuvem. Porém, a ferramenta continua sendo um alvo fácil para o acesso a dados confidenciais.

No geral, as APIs ficam fora da infraestrutura de segurança e são ignoradas nesse quesito, e o problema deve continuar ao longo de 2020. O alerta é de que aplicativos de alto perfil em redes sociais, comunicações ponto a ponto, mensagens e processos financeiros sejam afetados.

“A crescente necessidade e o ritmo acelerado das organizações que adotam APIs para seus aplicativos em 2020 irão expor a segurança da API como o elo mais fraco, que leva a ameaças nativas da nuvem, colocando em risco desde a privacidade e os dados do usuário até estratégias de segurança maduras”, finaliza Sekhar Sarukkai, vice-presidente de engenharia e segurança em nuvem da McAfee.

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