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GPRS para maior segurança de imóveis

Teleatlantic usará GPRS para monitorar imóveis de risco e começa a testar a rede para transmitir imagem dos locais segurados

Marina Pita

12/03/2008 às 18h53

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A utilização da rede GPRS pela Teleatlantic como segunda via para monitoramento e acionamento do alarme de segurança de imóveis trouxe a TI da empresa a obrigação de recepcionar os sinais, antes feito via rádio freqüência e linha telefônica fixa. Mas garante ao negócio a oferta de um serviço mais confiável.

O projeto, desenvolvido para clientes Teleatlantic que têm maior risco à segurança (como joalherias e lan houses) deve abrir caminho para a transmissão de imagens via rede GPRS em breve, segundo Oswaldo Oggiam Jr, diretor comercial da Teleatlantic no Brasil.

“Trabalhamos com um modelo chamado Backup, ou seja, o emprego simultâneo da linha fixa e da transmissão sem fio via GPRS. Dessa maneira, aumentamos consideravelmente a segurança do cliente se, por exemplo, criminosos cortarem o cabo telefônico direto no poste. Além disso, com GPRS é possível fazer o monitoramento todos os dias, sete dias da semana, sem qualquer custo adicional em relação aos antigos modelos”, destaca Oswaldo Oggiam Jr., diretor comercial da Teleatlantic.

A adoção da nova tecnologia é um desafio para a TI a medida que terão que trabalhar e gerenciar acordos com operadoras de telefonia móvel e administrar os problemas de falha na cobertura GPRS no território nacional.

Ao mesmo tempo, Oggiam destaca que a iniciativa gera necessidade de profissionalização da equipe responsável por instalar os equipamentos em residências. “Estamos falando de profissionais que configuram o computador do cliente, que fala de rede IP, entre outras coisas,” explica Oggiam que aponta essa profissionalização como algo chave para a continuidade da evolução tecnológica da empresa.

A parceria com a PPA, fabricante e desenvolvedora de produtos de segurança eletrônica, e Motorola nesse projeto foram, na opinião do diretor, um fator importante para seu sucesso. “Saber que temos uma assessoria qualificada acompanhando o processo é ótimo e raro no mercado de segurança, onde tudo é importado e comooditizado.”

Segundo dados da Associação Brasileira das Empresas de Sistemas Eletrônicos de Segurança (ABESE), apenas 420 mil imóveis são monitorados por sistemas eletrônicos de alarmes, 7% de um total de 6 milhões com possibilidade de receberem esses serviços”. O segmento movimentou, em 2006, mais de US$ 1 bilhão no País.

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