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Dar aos executivos mais acesso a dados eleva as receitas
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Dar aos executivos mais acesso a dados eleva as receitas

Pesquisa da Qlik aponta que decisões baseada em dados alavancam em, pelo menos, 5% o faturamento das companhias

Da Redação

10/06/2016 às 11h08

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Dar aos executivos mais acesso a dados eleva a receita, reduz a rotatividade e aumenta a satisfação dos clientes. De acordo com uma pesquisa patrocinada pela Qlik, 83% dos entrevistados concordam que realizar análises de suas informações financeiras e de clientes para obter maior compreensão representa um aumento de, pelo menos, 5% no faturamento anual de suas companhias.

“No entanto, menos de 20% das companhias permite o acesso às informações a todos os departamentos ou equipes”, contrapõe o relatório da empresa que fornece ferramentas de business intelligence (BI), que mapeou comportamentos em empresas de serviços financeiros.

A provedora de TI justifica o resultado da pesquisa com o fato de que o acesso aos dados dá mais agilidade e poder de ação em um mercado volátil, o que amplifica os lucros das organizações a partir de melhores decisões.

O estudo, que ouviu 300 líderes mundiais de serviços financeiros, confirma que essas organizações têm acesso a insights poderosos de seus dados, mas muitas vezes as análises não chegam aos colaboradores – especialmente aos que trabalham diretamente com clientes.

A maioria dos entrevistados classifica sua capacidade analítica como "altamente eficaz" em dois objetivos principais: captura de informações de clientes (86%) e segurança de dados (80%), mas apenas 50% dizem que sua empresa é boa em compreender quem necessita de qual informação.

A maioria concorda que aumentar o volume e variedade dos dados disponíveis para a equipe de atendimento são uma prioridade (55%), e que eles vão realizar uma grande transformação de toda a função analítica (52%).

Outras descobertas

• Um dos principais desafios internos para garantir as informações às pessoas certas é o fato de que os dados estão em diversos sistemas e fontes diferentes e, muitas vezes, incompatíveis, segundo 42% dos executivos. Outros problemas incluem a perda de informações críticas devido à má comunicação (43%) e a falta de reconhecimento dos dados como ativos corporativos que devem ser compartilhados (41%). Em termos de desafios externos, a maioria dos entrevistados concorda que a informação costuma ser muito complexa para ser processada, analisada e divulgada em tempo hábil;

• Bancos líderes são mais propensos que empresas líderes de outras indústrias a dizer que suas análises são altamente eficazes (88% contra 76% para outras indústrias). Mas apenas uma minoria relata altos níveis de eficácia indicando que melhorias são necessárias - especialmente em um ambiente onde empresas menores e mais disruptivas estão encontrando novas maneiras de capitalizar sobre seus clientes. No entanto, a pesquisa aponta que a compreensão a respeito de quem necessita de qual informação é menor no setor bancário (45% contra 55%). Essa desconexão é problemática, considerando que os Bancos costumam acreditar que seus funcionários que lidam com clientes são mais confiantes em fazer melhor uso de tais informações;

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• Os entrevistados do Mercado de Capitais são os que mais acreditam que suas análises são altamente eficazes na obtenção de informações essenciais (52% contra 32% em outras indústrias). Apesar disso, apenas 42% dos executivos acreditam que os líderes das áreas de negócios, chefes de departamento e gerentes confiam plenamente em tais informações para apoiar decisões de negócios ou melhorar os resultados dos clientes. Além disso, apenas 36% acreditam que os funcionários que lidam com clientes se sentem confiantes em utilizar plenamente os dados. A maioria (58%) diz que planeja expandir o volume e a variedade de informações disponíveis em toda a organização, com destaque para os times de atendimento a clientes;

• Executivos do mercado de Seguros são mais propensos que seus pares dos bancos e mercado de capitais a dizer que suas organizações coletam dados de várias fontes e têm acesso a eles de qualquer lugar (46% contra 38% em outras indústrias). No entanto, segundo eles, suas funções de análises de dados são as que menos geram informações essenciais para as unidades de negócios (26% versus 45% em outros mercados). Eles também são menos propensos a dizer que suas companhias permitem o acesso a fontes de informação de forma consistente em todos os departamentos, incluindo os funcionários que lidam com clientes (14% contra 20%).

• Os desafios das pequenas empresas do setor são de cunho prático, como dificuldade nas comunicações internas e interoperabilidade dos sistemas, complexidade da informação e falta de padrões. Para as empresas maiores, as principais questões são organizacionais, como propriedade de dados, treinamento de usuários finais e a responsabilidade da liderança. As grandes empresas disseram que pretendem realizar uma grande transformação de sua função analítica (57%) e desejam expandir o volume e variedade de informações disponíveis para todos os colaboradores, especialmente os que têm contato com clientes (67%). As pequenas empresas, por sua vez, dizem que investirão em novas infraestruturas de dados, incluindo plataformas de entrega para os usuários em toda a organização (52%).

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