Fazer login no IT Mídia Redefinir senha
Bem-vindo de volta,
Digite seu e-mail e clique em enviar
Ainda não tem uma conta? Cadastre-se
Salvar em Nova pasta de favoritos

+

Criar pasta
Salvar Escolher Pasta
Automação e Inteligência: a combinação que promete salvar CIOs da complexidade multicloud
Home > Gestão

Automação e Inteligência: a combinação que promete salvar CIOs da complexidade multicloud

'Manter a luz acesa' e inovar ao mesmo tempo tem demandado dos times de TI cada vez mais sobrecarregados, alerta pesquisa encomendada pela Dynatrace

Por Carla Matsu

20/11/2020 às 15h54

Foto: Adobe Stock

Se de um lado o processo de digitalização das companhias mundo afora se acelerou com a pandemia do novo coronavírus como resposta para manter a continuidade dos negócios, do outro a complexidade trazida pelo mesmo também tende a crescer. “Toda a complexidade da multicloud está roubando um tempo valioso da inovação”, atestou Roberto Carvalho, Vice-Presidente da Dynatrace para América do Sul, em coletiva de imprensa virtual com jornalistas. Carvalho se refere ao movimento exponencial da migração para a nuvem observado nos últimos meses. Se a jornada do data center para a nuvem já vinha em um crescente antes da pandemia, agora ela se mostrou ainda mais urgente.

Leia também: Observability: como otimizar aplicações em nuvem para potencializar os negócios

Pesquisa encomendada pela Dynatrace e realizada pela Vanson Bourne sustenta o que o mercado tem ecoado nos últimos meses: 86% das organizações estão usando tecnologias nativas na nuvem, o que incluem microsserviços, containers e kubernetes. Dos 700 CIOs ouvidos pelo estudo global - sendo 50 deles de empresas brasileiras - 81% afirmaram usar ambientes híbridos (nuvem e on premise) e 78% multicloud. Nos últimos meses, 89% afirmam que a transformação digital se acelerou e 58% defendem que ela continuará a ser acelerada.

Complexidade em escala

Fale sobre um apetite feroz da área de negócios por digitalização e você encontrará do outro lado da mesa um CIO preocupado. Não é de hoje que os líderes de tecnologia passaram a assumir um lugar cativo na mesa e decisão dos negócios. Além do legado da infraestrutura, coube a eles e a elas também a tarefa de assumir chapéus de inovação. Entretanto, as promessas intrínsecas da nuvem defendidas por fornecedores de tecnologia como a chave para acelerar entregas digitais também traz sua dose de inquietação nos bastidores da TI. De acordo com o estudo da Dynatrace, 74% das tecnologias nativas em nuvem e plataformas levarão a mais esforços manuais e tempo perdido para “manter as luzes acesas”; como consequência, calcula-se que 44% do tempo dos times de TI são gastos em tarefas manuais. Ainda de acordo com o estudo, 69% dos kubernetes resultaram em muita complexidade para a TI gerenciá-los de forma manual.

CIO2503

E-book por:

Carvalho relaciona a complexidade atual e crescente da TI com o que seria um diagnóstico velado entre as lideranças e times de tecnologia. “Para os CIOS, é quase uma frustração não conseguir manter a demanda do negócio, pois perde-se muito tempo e esforço para manter as luzes acesas”, diz o executivo ao citar outros dados da pesquisa - 74% das organizações irão perder em competitividade se a TI não conseguir diminuir o tempo e dedicação em manter a nova infraestrutura rodando e 56% dos CIOs afirmam que quase nunca eles conseguem completar todas as tarefas que as áreas de negócio demandam.

Automação e inteligência

Inteligência Artificial e a automação têm sido a resposta a médio e longo prazo para as demandas dos times de TI sobrecarregados. Dos CIOs ouvidos pela pesquisa, 70% afirmaram que seus times passam muito tempo realizando tarefas manuais e repetitivas. Diante desse cenário, 93% deles afirmam que o apoio de soluções de IA serão críticas para a TI dar conta da complexidade em ascensão.

Parte da complexidade reside no ambiente multifacetado de ferramentas que gerenciam as nuvens. Segundo Carvalho, em média, as empresas que participaram do estudo utilizam 10 ferramentas diferentes para monitorar o ambiente multicloud. Para além da diversidade e tempo dedicado, os custos associados acrescentam nova onda de desafios.

Os CIOs acreditam que a saída para essa complexidade está também na simplificação e unificação - para 72% deles o caminho é uma plataforma que consiga cobrir todos os casos de uso para monitorar rede, logs, KPIs de negócio, uma taxa de conversão - tudo na mesma plataforma.

“A gestão da TI não acompanha a mesma velocidade esperada”, ressalta Carvalho. “A empresa sabe que precisa redefinir um sistema para microsservicos para ganhar melhor agilidade, mas quando ela começa a fazer isso, ela vê que é mais complexidade do que ela imaginava”, complementa o executivo.

Nesse caleidoscópio de nuvens e ferramentas nativas na nuvem, o conceito de cloud autônoma tende a ganhar aderência do mercado. Uma arquitetura NoOps que promete identificar de forma autônoma erros e falhas entre códigos, por exemplo, usando para isso inteligência artificial.

“A história mostra que as organizações de sucesso usam os momentos de ruptura a seu favor”, diz Carvalho. “Agora é a hora de quebrar silos, estabelecer uma verdadeira abordagem de BizDevOps e entregar processos ágeis em uma proposta consistente e contínua. Isso é essencial para uma automação eficaz e inteligente e, mais importante, para permitir que os engenheiros assumam mais responsabilidade de ponta a ponta pelos resultados e valor que criam para o negócio”, finaliza.

Vai um cookie?

A CIO usa cookies para personalizar conteúdo e anúncios, para melhorar sua experiência em nosso site. Ao continuar, você aceitará o uso. Para mais detalhes veja nossa Política de Privacidade.

Este anúncio desaparecerá em:

Fechar anúncio

15