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A transformação digital requer uma infraestrutura moderna de missão crítica
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A transformação digital requer uma infraestrutura moderna de missão crítica

Em outras palavras, é necessário focar em diversos aspectos que englobam as funções do CDO e do CIO

Nicholas D. Evans *

29/08/2014 às 7h30

Foto:

A transformação digital vai muito
além da experiência digital do cliente, na ponta. A transformação exige mais. Exige
uma infraestrutura moderna de missão crítica que suporte esse processo. Quando
os negócios não conversam com TI, temos uma “TI inconsistente", e o que
pode acontecer em breve é termos uma “área digital inconsistente" se o Chief
Digital Officer
(CDO) não conversar com o CIO ou vice-versa.

É necessário focar em diversos
aspectos que englobam as funções do CDO e do CIO: foco na experiência do
cliente em todos os novos canais, processos e dispositivos digitais; foco em
"interações" e "transações" de missão crítica; foco nas
novas formas de infraestrutura como, por exemplo, princípios definidos por
software para a entrega de níveis de serviço mais altos e eficientes em termos
de custos; e foco em novas abordagens para a disponibilização de segurança de
missão crítica contra as ameaças emergentes de hoje.

Então, qual é o problema com o digital?
Atualmente, o conceito de “transformação
digital
” tem sido aplicado por CEOs globalmente para repensar e
redesenhar seus modelos e processos comerciais tradicionais existentes no
contexto das tecnologias disruptivas, da consumerização de TI, da computação
onipresente de baixo custo e de nossa sociedade mundialmente conectada.

Estas tecnologias disruptivas,
incluindo as mídias sociais, mobilidade, Big Data e Cloud Computing, estão
sendo aplicadas não apenas para a transformação da TI, mas também para a
transformação dos negócios como um todo. Na verdade, de acordo com uma pesquisa com CEOs nos EUA conduzida
pela PwC, “Quando os líderes dos negócios consideram as megatendências que
mudariam o mundo, 86% deles mencionaram os avanços tecnológicos como a
tendência global que causará maior transformação nos negócios".

Esta noção de “digitalização"
está afetando todos os aspectos das operações de negócios desde a inovação ao
redor dos produtos e serviços atuais, incluindo o engajamento dos clientes, até
os modelos e processos comerciais - e nenhuma indústria está isenta. Do meu
ponto de vista, isto representa uma continuação da era de e-business do fim dos anos 90, porém com novas e poderosas
tecnologias e insights inteligentes capazes de permitir que negócios estendam
estas vantagens digitais muito além e de uma forma ainda mais universal entre
seus diferentes canais e operações nunca vista antes.

Aqui vemos alguns exemplos do
potencial financeiro da transformação digital. No que diz respeito a cifras
econômicas, a Booz & Company analisou que um aumento de 10% na
nota de digitalização de um país representa um crescimento de 0,75% no PIB
per capita.
Já a McKinsey revelou que a transformação
digital é capaz de impulsionar os resultados em mais de 50%
nos
próximos cinco anos para empresas que se aproveitem de todas as oportunidades
para agregar valor.

Conectando o digital à missão crítica atual
Para embarcar na transformação
digital de forma estratégica, ao contrário da abordagem “de fachada” ou de uma
abordagem ad-hoc fragmentada, acredito
ser importante pensar no data center altamente virtualizado, altamente distribuído,
no data center do futuro e nas capacidades chave que precisarão estar em uso do
ponto de vista da TI corporativa.

Afinal, apesar de uma porcentagem
cada vez maior das cargas de trabalho dos data centers estarem migrando para a
nuvem, o fato é que viveremos por muitos anos em um ambiente de TI híbrido que
será composto por uma mistura de ambientes de implantação de data center
tradicional, terceirizado, e nas nuvens pública e privada suportadas por
diferentes provedores.

Para CIOs pioneiros, o desafio é dar
suporte aos objetivos de transformação digital dos CDOs de uma maneira rápida,
flexível, administrável e segura aplicando uma infraestrutura de TI inovadora
que possa servir como plataforma de sustentação. Esta plataforma precisa
combinar o “velho" com o “novo", assim como reter as capacidades de
missão crítica do data center tradicional, porém expandindo para suportar
processos de negócios modernos e transformados digitalmente, bem como seus
usuários, aplicações e dispositivos associados.

Requerimentos emergentes para a infraestrutura de missão crítica moderna
À medida que a indústria de TI se
move para a próxima onda de TI
corporativa
, construída sobre os alicerces das tecnologias de mídias sociais,
mobilidade, analytics e cloud computing, novos paradigmas são definidos para a
digitalização dos modelos e processos de negócios, o futuro do trabalho e a
forma na qual lidamos com pontos de inflexão de informações levantados pelo big
data. As organizações de TI precisam aceitar estes novos paradigmas e deixar o
data center do futuro fazer o trabalho pesado ao hospedar, gerenciar e entregar
esta nova incrível experiência digital ao usuário final.

Os requerimentos emergentes para
sistemas de missão crítica determinam que os sistemas não podem mais estar em
silos, com a tecnologia proprietária restrita a poucas aplicações-chave. Os
sistemas precisam fazer parte de uma estrutura de missão crítica, flexível e
ágil que funcione a baixo custo em plataformas padrão da indústria que suportem
as aplicações altamente consumerizadas de hoje e a ‘Internet das Coisas’ do
futuro.

Essa é a premissa do data center de
missão crítica moderno: ser capaz de suportar e democratizar a computação de
missão crítica de modo que esteja disponível no custo mais baixo possível com escalabilidade,
previsibilidade e desempenho, tudo isso com maior segurança.

Alguns destes requerimentos fundamentais dos sistemas de missão crítica
de hoje incluem:

 1 - Experiência de cliente atrativa e sem
dificuldades em todos os novos processos, canais e dispositivos digitais
- Com a
reputação cada vez mais sendo definida pela experiência do cliente nos canais
digitais de uma organização, a qualidade da experiência do cliente agora é de
missão crítica.

2 - A cobertura de missão crítica para as
“interações" e “transações” do cliente
- No ambiente atual, onde processos
habilitados por TI e insights de informações constituem vantagens-chave do
valor do negócio, as interações do cliente, tanto antes quanto após a transação,
são tão importantes quanto as transações de fato.

3 - Infraestrutura de missão crítica para
entregar elevados níveis de serviços de missão crítica com eficiência de custo
- Com o
escopo em expansão das aplicações de missão crítica e as expectativas mais
altas para os níveis de serviços de missão crítica, as organizações precisam
encontrar abordagens que permitam atingir estes novos requerimentos de uma
forma eficiente em termos de custo para fazer “mais com menos" utilizando
plataformas padrão de indústria de baixo custo sem a necessidade de expandir a
área de cobertura do data center ou requerimentos de trabalho.

4- Segurança de missão crítica contra as
ameaças emergentes
- Uma abordagem
totalmente nova à segurança cibernética
é necessária para possibilitar os
benefícios das transformações e o uso de novas tecnologias disruptivas sem
aumentar o risco da quebra de dados sigilosos e sem colocar em risco operações
de missão crítica.

A infraestrutura e as operações de
missão crítica de hoje precisam funcionar como alicerce para as necessidades
futuras e serem capazes de entender o escopo de computação de missão crítica em
constante desenvolvimento. Isto exige repensar o escopo do processo, de
aplicação, dos planos de níveis de serviço e de continuidade dos negócios e das
estratégias de gestão de riscos - tudo dentro do contexto atual das operações
de TI e de data centers operando em plataformas padrão da indústria de baixo
custo para “conseguir mais com menos".

Atingindo esses objetivos
conseguimos fazer com que as iniciativas de transformação digital evitem “uma
área digital inconsistente" e consigam o melhor dos dois mundos, onde o
“moderno" se junta ao que é de “missão crítica" e o CDO e o CIO
trabalhem conjuntamente para atingirem o potencial máximo de suas organizações.

 

(*) Nicholas Evans lidera o Programa Estratégico de Inovação da Unisys e foi apontado como
um dos 100 principais líderes de TI em 2009 pelo prêmio Computerworld’s Premier
100 IT Leaders. 

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