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Exercer o autoconhecimento aprimora capacidades de liderança

Conhecer a si mesmo, permite identificar qualidades e limitações e a trabalhá-las em favor dos negócios

Redação

04/04/2019 às 7h02

Foto: Shutterstock

O autoconhecimento é fundamental para qualquer líder, acredita o empreendedor Flávio Vinte, que atua como palestrante. Segundo ele, a prática é chave para identificar pontos fortes e limitações e também dos negócios, para mudar comportamentos e explorar ao máximo todos os potenciais. Para o executivo, a prática é ainda mais importante para empreendedores.

“Peter Drucker diz em seu livro Managing Oneself que é preciso muito mais energia e trabalho para ir da incompetência para a mediocridade, do que sair de um patamar em que é considerado bom para a excelência. E é nesse ponto que sigo minha filosofia empreendedora, é necessário se autoconhecer, para poder explorar aquilo que somos bons”, explica Vinte, que é listado pela Forbes como um dos jovens abaixo dos 30 anos mais influentes do País, e pe fundador da Vivaçúcar, trading de açúcar cristal que fatura mais de R$ 30 milhões por ano.

Um erro apontado por ele é a confusão na hora de estabelecer as prioridades. “Muitas pessoas querem alcançar objetivos antes de saber se estão dentro do seu perfil. Não é possível, por exemplo, ter ordem e progresso ao mesmo tempo. Primeiro precisamos da ordem, aprender quem somos, o que podemos alcançar e onde queremos chegar. Para depois progredir para o objetivo”, diz.

Segundo ele, o autoconhecimento além de beneficiar os projetos, auxilia na sensibilidade e na percepção das pessoas ao seu redor. Essa qualidade adquirida proporciona o aperfeiçoamento das equipes, possibilitando que cada indivíduo mostre o melhor de si. Tornando a prática essencial para líderes e gerentes que adquirem capacidades gerenciais, como: mais compreensão de si e do outro, entendimento dos impactos de suas ações sobre pessoas e equipe, aumento efetivo da produtividade na gestão de pessoas e desenvolvimento de habilidades para lidar com o poder de influência sobre os pares e superiores.

“Algumas práticas como se perguntar sobre o que gosta, o que lhe faz bem, quais são os desejos e objetivos e o que é preciso para melhorar norteiam essa discussão. E a partir daí se constrói uma base para poder explorar habilidades e trabalhá-las”, explica.

Flávio acrescenta que com essas informações em mãos, o empreendedor consegue levar esse conhecimento para o seu negócio e consequentemente contribuir para ele.

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