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Com Inteligência Artificial, Cenibra reduz queimadas
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Com Inteligência Artificial, Cenibra reduz queimadas

De estagiário a gerente de TI e Telecom: Ronaldo Ribeiro avança digitalização da Cenibra

Marystela Barbosa

16/06/2020 às 10h00

Foto: Divulgação

Ronaldo Ribeiro, gerente de TI e Telecom da Cenibra, destacou-se na premiação Executivo de TI do Ano 2020, da IT Mídia, na categoria Indústria Química, Petroquímica, Óleo e Gás, um reconhecimento por sua trajetória de sucesso. A carreira do executivo na companhia teve início há mais de 30 anos, quando começou como estagiário. “Trabalhei na área de Manutenção Industrial e depois em Engenharia de Automação”, diz. Na TI, da qual faz parte do time há cerca de dez anos, Ribeiro ajudou a comandar o processo de digitalização da fábrica.

O que ajudou em suas ações para modernizar a área foram suas especializações: cursou especialização em Gestão de TI e mestrado em Engenharia Industrial, cuja dissertação foi sobre Inteligência Artificial (AI, na sigla em inglês) aplicada à indústria. “Toda a vida tive uma forte busca por conhecimento em inovação”, orgulha-se. “A TI começou saltou aos meus olhos a partir 2011. Me empolguei e a partir daí estou à frente da transformação digital da empresa. Não me vejo em outra área senão em TI.”

Tecnologia

A Cenibra fica no interior de Minas Gerais, região montanhosa. Por isso, o monitoramento dos 254 mil hectares da companhia de celulose, em 54 municípios, é um desafio. Para observação dessa floresta, havia, ao todo, 36 torres que abrigavam monitores reportando, em tempo real, o que acontecia naquele terreno. Agora, com o projeto de transformação digital da Cenibra, a análise dos terrenos ficou mais fácil e assertiva. “Instalamos câmeras de TV em lugares onde antes só tinha grilo”, brinca o executivo.

“Quando chegamos ao ponto de termos todas as áreas monitoradas por câmeras e com os dados centralizados, os monitores saíram das torres e foram para salas com ar–condicionado”. Mas o desafio ainda não estava completo. Cada operador é capaz de analisar 12 câmeras por região. Cada uma das torres gera aproximadamente 730 mil frames de imagens diariamente. Isso faria com que, por dia, cada operador precisasse analisar 30 mil imagens. “Assim é difícil que eles acompanhem. Uma única pessoa não consegue analisar tudo isso por dia. Por isso, partimos para o uso de Inteligência Artificial.”

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O time de Ribeiro começou a treinar uma rede neural por três meses, aplicando machine learning, e esta tecnologia passou a entender o que é um foco de incêndio, desmatamento ilegal, roubo ou qualquer tipo de atividade suspeita na área florestal da Cenibra. Agora, até a passagem de um carro cuja placa não esteja cadastrada na empresa é apontada pela inteligência artificial para os operadores.

“Ganhamos velocidade no combate de incêndios florestais. Como conseguimos tomar ações de forma muito mais rápida e com mais certeza, conseguimos evitar a queima de 5% do nosso terreno em um ano, em um olhar bem conservador”, explica o executivo. Hoje, a AI já tem 99% de precisão. “Evitando a queima de 75 hectares de terra temos, no mínimo, economia de R$ 400 mil por ano, isso sem contar a diminuição do risco ambiental.”

Para ler o perfil completo e o case vencedor do Executivo de TI do Ano, acesse o IT Forum 365.

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