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Infra-estrutura como serviço

Modalidade prevê que a Cimcorp passe a controlar toda a infra-estrutura de TI das empresas que, em troca, devem pagar uma mensalidade

Tatiana Americano, da ChannelWorld

12/02/2008 às 15h51

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Disposta a expandir sua presença entre corporações de médio porte, a integradora Cimcorp anuncia um novo modelo de ofertas, batizado de Infrastruture as a Service (Infra-estrutura como Serviço).

De acordo com o presidente da companhia, Tadeu Fucci, a modalidade prevê que a integradora passe a controlar toda a infra-estrutura de TI das empresas que, em troca, devem pagar uma mensalidade à Cimcorp. "O pacote inclui ativos, software, implementação e gerenciamento", detalha Fucci, projetando que a novidade deve atender, em especial, às necessidades das companhias de médio para grande porte.

"Existe uma necessidade bastante forte por esse tipo de oferta e esperamos que boa parte do crescimento de 35% que projetamos para este ano seja decorrente do novo serviço", acrescenta o executivo, sem fazer projeções sobre o número de clientes que devem aderir à modalidade.

Fucci lembra que o lançamento do Infrastruture as a Service também representa um dos resultados da reestruturação da Cimcorp, iniciada há cerca de dois anos e que teve como objetivo transformar a empresa - que atuava como uma prestadora focada na oferta de produtos - em uma integradora mais voltada a serviços. "Colhemos os frutos do processo de reposicionamento ao longo de 2007, quando tivemos um crescimento de 70% nas vendas", destaca o executivo, citando que, no período, a companhia alcançou faturamento bruto de R$ 170 milhões.

Resultado por canais

Os números do último ano, segundo o presidente da integradora, refletem também a expansão do modelo de canais da companhia - iniciado em 2006. Nesse sentido, Fucci calcula que os parceiros foram responsáveis por cerca de 9% do faturamento da Cimcorp em 2007 e, neste ano, a integradora projeta que eles representem de R$ 15 milhões a R$ 20 milhões.

Com uma rede composta atualmente por cerca de 30 canais, a integradora pretende cadastrar de dois a três novos parceiros na região Nordeste, bem como planeja a expansão das alianças no interior de São Paulo e Sul do País. "Até o final de fevereiro, os canais devem responder por negócios da ordem de R$ 6 milhões. Ou seja, isso indica que eles devem superar as expectativas iniciais para este ano", conclui Fucci.

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