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Transformação digital requer certa dose de desapego
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Transformação digital requer certa dose de desapego

Para Head de Transformação Ágil da Algar Telecom, Melissa Kfouri, transformação digital deve colocar o cliente acima de tudo

Mônica Wanderley

05/10/2020 às 14h31

Foto: Divulgação

Durante sua graduação em Análise de Sistemas, Melissa Kfouri percebeu que, diferente de seus colegas, sempre teve facilidade de relacionamento e comunicação, o que lhe dava como vantagem na vida corporativa a capacidade de conversar com outras áreas e entender de forma precisa a necessidade de cada departamento, melhorando a precisão e qualidade do projeto entregue.

Na Algar Telecom há 21 anos, a profissional atualmente conduz o projeto que deu à companhia a vitória na categoria Indústria Digital – TI e Telecom do prêmio ‘As 100+ Inovadoras no Uso de TI’ além do primeiro lugar no ranking geral.

Chamado Estação Algar Telecom, o projeto consiste na criação da ‘Estação’ unidade lançada no final de 2018 com o objetivo de levar para dentro da empresa as práticas de cultura ágil desenvolvidas no Brain, o Instituto Privado de Ciência e Tecnologia (ICT) da Algar, focado em inovação e planejamento de novos modelos de negócio. Dessa forma, a companhia espera aplicar o modelo, mesmo que de forma parcial, em todas as áreas.

Para buscar referência sobre como escalar a implementação da metodologia ágil, em geral restrita a departamentos de tecnologia e produto, Kfouri buscou inspiração em empresas que são vistas pelo mercado como referência (como o Spotify) e também organizações de telecomunicações que já passaram por esse processo, como a Spark, da Nova Zelândia.

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Transformações já realizadas

Inicialmente, os colaboradores destacados para trabalhar na Estação tinham como responsabilidade operacionalizar os novos negócios criados dentro do Brain, dando foco e escala dos projetos criados no ICT para dentro da Algar Telecom. Para garantir que a cultura de agilidade fosse implementada da forma correta, a companhia contratou uma empresa do setor e investiu em aculturamento, criando trilhas de conteúdo e exercícios para todas as pessoas que adentravam ao novo modelo.

“Desenvolvemos, ainda, diversas iniciativas para estimular comportamentos necessários nesse novo modelo – como a importância de colocar o cliente no centro e de colher seu feedback constantemente”, explica Kfouri.

Além das questões técnicas envolvendo o Ágil, a companhia também trabalha com as lideranças para que elas consigam realizar o seu papel dentro desse novo modelo, no qual a gestão ocorre de forma descentralizada e com metas definidas e executadas de forma muito mais rápida do que o gerenciamento tradicional.

“Costumo dizer que esse trabalho envolve ‘inverter a pirâmide’. Primeiro, colocamos o cliente acima de tudo. Depois vem o time, que vai decidir como vai fazer. As lideranças ficam apoiando, dando a estratégia e orientando, ou seja: ‘o quê’ fazer e não ‘como’ fazer”, ressalta a executiva

“Para que tudo isso funcione, temos que trabalhar cultura, comportamento, capacitação e desapego como a base. Se não desapegarmos do jeito que fazemos e não nos abrirmos para o novo, não sairemos do lugar”.

Leia o case completo no site IT Forum 365

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