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Automação responde às demandas da pandemia e pode ser chave para a subsistência dos negócios
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Automação responde às demandas da pandemia e pode ser chave para a subsistência dos negócios

Para além dos ganhos financeiros, automação pode entregar maior competitividade, além de satisfação entre funcionários e clientes

Por Graciela Arguelles*

21/05/2020 às 17h00

Foto: Shutterstock

Vivemos em um mundo onde a transformação digital não é mais opcional. A tecnologia tem permitido que setores diversos – saúde, financeiro, manufatura, transporte e governo – possam responder às demandas de uma crise sanitária e, consequentemente econômica, de forma mais ágil, mitigando problemas e nos levando, esperamos que em breve, ao próximo patamar de nossas vidas.

Os gastos mundiais em transformação digital devem chegar a US$ 2,3 trilhões em 2023, de acordo com um estudo da International Data Corporation. Companhias de todos os segmentos estão buscando trabalhar de maneira mais eficiente, atendendo melhor a seus clientes e, idealmente, economizando dinheiro no processo. Pesquisa do McKinsey Global Institute com mais de 500 executivos chegou à conclusão de que as empresas que implementam tecnologias de automação podem obter ganhos substanciais de desempenho e assumir a liderança em seus setores. Mas não estamos falando apenas em ganhos financeiros ou competitividade entre empresas. Também falamos em satisfação pessoal e, no momento, mais especificamente, em salvar vidas.

Ao automatizar com precisão, eficiência e rapidez as tarefas repetitivas que, de outra forma, ocupam aproximadamente 48% do tempo dos trabalhadores humanos, o RPA viabiliza que as empresa liberem os funcionários para tarefas mais estratégicas e principalmente de suporte ao cliente. Ao se conectarem mais com os clientes, os funcionários melhoram a qualidade do serviço, se sentem mais satisfeitos e os clientes também. Em termos de sobrevivência, o RPA – sigla de Robotic Process Automation - viabiliza uma economia de tempo simplesmente crucial.

Na saúde, o RPA reduziu filas de espera em um dos maiores hospitais dos EUA ao transferir aos robôs de automação a responsabilidade de coletar dados do paciente, checar se ele já estava inserido no prontuário médico eletrônico, registrar seus dados e enviar ao CDC (Centro de Controle de Doenças). Essa ação que leva até 3 minutos para ser executada por um humano, é completada pelo robô em até 16 segundos. O profissional da saúde pode, com isso, tomar decisões de forma mais rápida e dar a atenção devida ao seu paciente.

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Na economia e, consequentemente, também como suporte à subsistência em meio a este cenário de caos, o RPA tem ajudado o governo norte-americano a atender com mais agilidade às solicitações de empréstimo das pequenas e médias empresas como parte da Lei de Ajuda, Alívio e Segurança Econômica de Coronavírus (CARES) e do Programa de Proteção ao Pagamento (PPP). Para realizar a auditoria necessária para a concessão dos empréstimos com escalabilidade e rapidez, a solução foi implantar robôs de software para trabalhar junto aos agentes bancários, viabilizando que o processamento de empréstimos fosse reduzido de 30 minutos para apenas três minutos.

Os exemplos são inumeros: empresas de ecommerce que precisaram realizar triagem de candidatos para novas vagas em tempo recorde ou conseguir atender o aumento repentino de pedidos, companhias áreas que precisaram realizar o cancelamento de passagens em virtude da pandemia, entre muitas outras histórias.

O RPA deve vir no centro de uma Hyperautomation – que significa a identificação e automatização de quantos negócios e tarefas forem possíveis – combinado a tecnologias complementares de Inteligência Artificial (machine learning, process mining, analytics, user experience) para dar as respostas que as empresas e as pessoas tanto necessitam. Marketing, vendas e experiência do cliente passarão a usar o RPA para entender processos e negociações e aprender com a interação com os usuários.

Se em 2019, o RPA registrou um crescimento exponencial de 60% em relação a 2018, esse número deve disparar ainda mais em 2020 em virtude da Covid-19. A automação pode ser empregada em qualquer tipo de negócio, de qualquer tamanho, permitindo que as pessoas continuem a executar suas atividades, garantam sua subsistência e se reinventem em um mundo que a transformação digital é mandatória.

*Graciela Arguelles é VP da UiPath para a América Latina

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