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Aceleração da inovação durante pandemia não garante eficiência no mundo pós-Covid
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Aceleração da inovação durante pandemia não garante eficiência no mundo pós-Covid

Muitas tecnologias emergentes se manterão em ritmo evolutivo, enquanto outras precisarão ter diretrizes reavaliadas em mundo pós-pandemia

Da Redação

26/06/2020 às 8h00

Foto: Shutterstock

A pandemia acelerou o processo de inovação a partir da necessidade de respostas rápidas demandadas pelo surto da Covid-19 e suas consequências. No entanto, atender às necessidades mais imediatas não garante um planejamento do processo evolutivo e consistente do desenvolvimento e da aplicação da tecnologia a longo prazo e para um mundo pós-pandemia. Para a empresa de consultoria do setor Accenture, as empresas de sucesso estão se inovando hoje, mas atentas ao futuro, promovendo transformações digitais e explorando como as tecnologias emergentes podem atender às crescentes necessidades das pessoas, mesmo após a pandemia do novo coronavírus.

Na edição de fevereiro da Technology Vision 2020, a Accenture analisou as mudanças de valores nas pessoas e como os modelos de tecnologia da era digital estão cada vez mais fora de sincronia, causando um choque de tecnologia. Com a pandemia e a aceleração da adoção da tecnologia para a sobrevivência de pessoas e organizações, esse impacto foi ainda maior.

Experiências digitais

Uma das perspectivas tratada no relatório é a experiência do “eu” e as experiências digitais do consumidor. As pessoas estão mudando, e, a curto prazo, as empresas precisam encontrar uma forma ágil de atualizar sua compreensão dos desejos e necessidades de indivíduos e então descartar as informações que não têm mais validade. Essa tendência deve se manter no mundo pós-pandemia, com uma ressalva: a Covid-19 mudou o papel e a importância das experiências digitais nas vidas das pessoas.

A longo prazo, o propósito da experiência digital será transformado. Inicialmente, a maioria das plataformas e experiências digitais foram desenvolvidas para suplementar, mas não substituir, as experiências presenciais. Agora, esses canais estão se tornando a principal fonte de interação e a demanda por experiências e comunidades digitais verdadeiramente compartilhadas está aumentando.

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Inteligência Artificial

Casos de usos imediatos de IA de assistentes virtuais de saúde, câmeras térmicas com inteligência artificial para medição de temperatura a gerenciamento de demandas elétricas em mudança e mais estão abrindo caminho para futuras oportunidades. Com desafios enormes a serem enfrentados pelas empresas e pelo mundo como um todo, o relatório ressalta a necessidade de que a IA apoie a realização de tarefas e opere além das necessidades de automação.

A IA pode ajudar as pessoas a pensarem em novas soluções e ideias para construir uma organização mais flexível. A tecnologia também pode aliviar a carga da operação no mundo pós-Covid, tornando-se referência para que as empresas possam ajustar o rumo conforme as mudanças de situações. A longo prazo, a Covid-19 nos permitirá enxergar a colaboração entre humanos e IA sob uma ótica mais otimista, potencialmente aliviando as preocupações acerca da tecnologia.

Robôs

No que diz respeito ao uso de robôs e sua interação, o relatório diz que eles estão ultrapassando os limites do chão de fábrica e locais controlados e, a curto prazo, já auxiliam profissionais na linha de frente do combate ao coronavírus.

A longo prazo, todo o ecossistema de robótica será acelerado, já que a pandemia fortalece o uso da robótica e automação, diz o relatório. A necessidade de trabalhadores humanos para manter e controlar robôs remotamente também crescerá, e novas técnicas e ferramentas para teleoperação e treinamento por realidade virtual terão alta demanda.

Dispositivos Inteligentes

A Covid-19, a curto prazo, aumenta a nossa demanda por produtos inteligentes e atualizáveis, com grande potencial na área de saúde pública. Mas o fardo beta pode complicar as coisas ao longo do caminho. A longo prazo, entretanto, o fardo beta deve voltar com força. É muito provável que, segundo o relatório, conforme a pandemia fique mais controlada, a disponibilidade das pessoas em compartilhar dados relacionados à saúde, por exemplo, também diminua. Na verdade, os esforços de combate à Covid-19 impulsionados por dispositivos já estão dando margem a discussões sobre privacidade, e muitos usuários estão preocupados que seus dados possam ser usados contra eles no futuro.

DNA da inovação

Outro aspecto analisado no relatório é a tendência DNA da inovação, que analisa a fusão de três áreas de inovação: tecnologias digitais maduras, avanços científicos e tecnologias emergentes do conjunto DARQ (registros compartilhados, inteligência artificial, realidade aumentada e computação quântica). Combinações únicas dessas áreas constituem diferenciais de negócios – e devem seguir assim.

A curto prazo, a inovação nos ecossistemas está passando por uma prova de fogo. Seja no desenvolvimento de tecnologias para manter o funcionamento global ou evitar o colapso do setor. A longo prazo, as regras em torno da inovação nunca mais serão as mesmas. O mundo está mudando muito mais rápido do que o esperado e as empresas precisam ser mais flexíveis e inovadoras do que nunca.

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