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7 conselhos que podem melhorar as contratações em TI

Eles o ajudarão a fazer melhores escolhas ao analisar os candidatos para a maioria das posições de TI

Ryan Faas, CIO/EUA

04/04/2018 às 6h55

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O maior desafio para os gestores de TI hoje é lidar com as grandes
mudanças da tecnologia no local de trabalho e com o papel da TI na gestão e suporte aos serviços de nuvem, aplicativos móveis,Big Data e Alaytics, que estão transformando radicalmente a forma como os usuários finais,
executivos e funcionários de TI interagem com a tecnologia.

Em muitos aspectos, esta transformação é positiva, especialmente
quando leva ao aumento da produtividade, colaboração e satisfação de
empregados e clientes.

Há também desvantagens. Uma delas é tentar adivinhar quais habilidades ou atributos os trabalhadores de TI precisam para ter.
Isso é um desafio particularmente grande se você estiver encarregado de
contratar os membros da equipe de TI que a sua organização vai precisar
ao longo da próxima década.

Aqui estão sete dicas que vão ajudá-lo a fazer as melhores escolhas ao analisar os candidatos para a maioria das posições de TI.

1 - Aceite que o futuro é imprevisível

Quando você está contratando para quase qualquer posição (em TI ou em
qualquer outro campo), você pensa em contratar pensando nos planos
feitos para os próximos 5 anos. Mas ninguém sabe ao certo o que
acontecerá em cinco anos.
Especialistas e consultores podem tentar, mas há dez anos ninguém
previu que o iPhone e smartphones com Android se tornariam os
dispositivos móveis mais populares no ambiente corporativo. Ninguém previu o mercado de tablets e equipamentos dois-em-um. A verdade é que a grande maioria dos profissionais de TI teria
zombado da ideia de BYOD.

2 - Se concentre menos no que as pessoas sabem e mais em como eles aprendem
Porque o futuro da TI é uma questão em aberto, não é possível saber
quais habilidades e conhecimentos serão necessários no futuro.
Então, você fará um bom negócio ao se esforçar para entender como um candidato espera expandir seu
conjunto de habilidades, e como ele será proativo em fazer isso.
Faça perguntas para descobrir se ele sabe procurar conhecimento online,
costuma usar as opções aliadas dos autodidatas, como livros e grupos de discussão, costuma participar de conferências, ou se preferem aprender em
salas de aula tradicionais de centros de treinamento ou faculdades.
Idealmente, você pode encontrar empreendedores acostumados a atualizar
suas
habilidades e conhecimentos, sempre.

3 - Aja como se estivesse contratando gênios para as lojas da Apple
Uma das maiores conquistas da Apple é o Genius Bar em lojas de varejo da
empresa. O gênios da Apple são contratados tanto por sua paixão e
desejo de
envolver os usuários em uma conversa técnica, quanto por seus
conhecimento e habilidades técnicas. Esse modelo tem sido tão bem
sucedido em promover uma experiência de suporte positiva que vem sendo duplicado nas áreas de suporte de muitas empresas.
Você pode não estar interessado em em manter um serviço de suporte baseado  no conceito Genius Bar, mas cada pessoa que você
contratar para uma posição na equipe de TI deve ser capaz de se envolver  e de entregar a experiência positiva para os
usuários das áreas de negócio com os quais vão interagir.

4 - Considere as soft skills absolutamente essenciais
Durante a maior parte da história, os veteranos não levaram a sério as chamadas " soft skills ", presente em pessoas que possuem um bom nível de inteligência emocional (QE =
Quociente de Inteligência Emocional), sustentado por habilidades que têm
impacto direto na qualidade das relações interpessoais e que configuram
a excelência na interface com o outro.
A capacidade técnica para consertar um PC, gerir uma rede, ou implantar
sistemas back-end, muitas vezes superou a capacidade de empatia e a capacidade de se
envolver com os usuários finais, agir como um elo de ligação entre
eles e a tecnologia.

Hoje, cada membro da equipe de TI precisa estar totalmente envolvido
com as unidades de negócios e demais departamentos.
Isso porque, se os usuários têm uma experiência ruim, que pode e vai
evitar o pessoal de TI e trabalho em torno de políticas de TI - muitas
vezes sem sequer dizer nada para um membro da equipe de TI ou gerente.
Isso é ruim para a segurança de dados e ruim para a relevância futuro da
TI em uma organização.

5 - Contrate pessoas que levem cada usuário a encontrar um momento de aprendizado em
cada interação com a TI

Seja um executivo ou um zelador - ofereça a oportunidade aos profissionais de TI de educar os usuários.
Isso pode significar explicar por que as políticas de tecnologia são
criados da maneira que são, garantindo que os usuários compreendam os
riscos de segurança que os aplicativos móveis e serviços na nuvem
pode apresentar, ajudar um usuário encontrar um aplicativo que funcione
melhor para as suas necessidades, ou apenas tirar qualquer outra dúvida
relacionada à tecnologia - incluindo coisas que podem não ser
estritamente relacionada com o trabalho.

Momentos de ensino pode tornar os usuários mais produtivos,
convencê-los a cumprir as políticas e, geralmente, ajudar a promover a
noção de que eles estão ali para ajudar.

6 - Contrate pessoas dispostas a aprender com os usuários que suportam
Esses momentos de ensino não são uma rua de mão única. Membros da
equipe de TI devem estar dispostos a aprender com os usuários também.
Isso pode significar aprender sobre suas funções e necessidades de
tecnologia, aplicativos e fluxos de trabalho,
como e onde trabalham remotamente, e os problemas que eles não têm
relatado para o help desk.

Mais uma vez, isso cria um nível de confiança e de envolvimento em cada
encontro e promove uma relação mais estreita entre a TI e as unidades de
negócio.

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7 - Ignore o fator idade e contrate as melhores pessoas
Há muita conversa em TI sobre o preconceito de idade na contratação, que
envolve ambos os extremos do espectro idade/experiência.
Os trabalhadores mais velhos são muitas vezes vistos como menos
adaptáveis às mudanças que acontecem em TI. Millennials são muitas vezes
vistos como extremamente flexíveis, inovadores, criativos, mas também
arredios em relação à hierarquia. Também são vistos como potenciais
riscos de segurança, porque costumam recorrer às suas próprias redes
pessoais para
resolver problemas, e como maus investimento, porque trocam de emprego e
de empresa com mais frequência do que os
trabalhadores mais velhos. Na verdade, estes são estereótipos.

Você deve estar ciente desses problemas potenciais mas não
deve presumir automaticamente que serão uma realidade para todos os
candidatos. A boa equipe é aquela mais equilibrada, que mistura os trabalhadores mais velhos e os
mais jovens. Como fazer isso? Procurando pelo melhor candidato para um cargo, independentemente da sua idade.

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