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2017 será o ano da gamificação nas empresas

Há valor para os funcionários sobretudo quando os assuntos são engajamento e performance

Leonardo Guilherme *

18/02/2017 às 9h02

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A
cada ano acompanhamos o crescimento da gamificação em diversas áreas de
nosso cotidiano. Grandes exemplos da adoção dessa estratégia são
aplicativos que usamos para manter o controle de nossos estudos,
exercícios físicos e até mesmo noites de sono e o consumo de água
durante um dia de trabalho. Outro grande exemplo do crescimento da
gamificação é o alto número de campanhas publicitárias utilizando a
técnica de criar games para fidelizar clientes, hoje até cinemas
investem nesse setor para manter o público cada vez mais imerso em seu
ambiente.

Um
ponto extremamente positivo que acompanhamos nesse cenário é que o uso
desses aplicativos nasce de uma necessidade criada pelos próprios
usuários. Com o ganho de mercado dos smartphones e tablets, crescimento
das redes de internet, eles se tornam imprescindíveis não apenas para
acompanhamento de desempenhos em tempo real, mas também servem como
motivo para manter o foco em diversos tipos de atividades.

Porém,
mesmo com tantos exemplos e facilidades, pouco é difundido o valor que a
gamificação agrega aos departamentos de recursos humanos das empresas
e, mais diretamente, o valor aos funcionários quando os assuntos são
engajamento e performance. A gamificação, além de ser um fator novo e
chamar atenção por si só, ela também se apresenta como uma das
principais aliadas quando se procura inovação para processos e
metodologias de trabalho.

A
implementação de uma ação de RH gamificada resolve imediatamente dois
grandes problemas: Aproxima membros de uma mesma equipe e também entre
diferentes setores de vendas, além de fornecer dados e criar uma base
que serve para avaliações mais reais e justas pelos gestores. Um
ambiente gamificado estimula (ou trás de volta) o prazer de fazer parte
de uma equipe e desejo em fazer dela vencedora e merecedora de
premiações e elogios.


pude ver estudos que chegavam a expor um número de apenas 13% dos
funcionários como sendo os que verdadeiramente se engajavam
profissionalmente. Ok, não vamos chegar ao ponto de criar uma teoria do
caos e falar que funcionários que não se engajam podem chegar ao ponto
de sabotar a própria empresa em que atuam, mas gestores saberão muito
bem falar o quanto deixam de ganhar quando possuem um colaborar que não
sente a famosa “dor” pela empresa e por resultados abaixo do que é
esperado.

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Portanto,
pare e pense: O que a sua empresa tem feito para manter essa “dor”
sempre presente nos colaboradores? E, o principal, como tornar isso algo
positivo, principalmente para os próprios funcionários? Afinal, sabemos
que a falta de engajamento não representa prejuízo tão somente para a
empresa, com ela o colaborador também tem a sua carreira atrasada,
ficando para trás e, muito vezes, levando junto os seus companheiros de
empresa.

 

(*) Leonardo Guilherme é diretor de vendas da Gamific, empresa especializada em soluções de gamificação para setores de vendas

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