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Segurança dos Endpoints deve acompanhar as novas fronteiras da TI

Para os cientistas do HP Security Labs, o ecossistema corporativo a ser protegido em um futuro breve inclui sensores de IoT, impressoras 3D e novos dispositivos ciber-físicos

Por Simon Shiu e Boris Balacheff*

Publicada em 02 de agosto de 2018 às 11h54

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Dispositivos pessoais e impressoras 2D são os endpoints dominantes de hoje em um cenário de mobilidade corporativa, mas não demorará muito para que eles se unam às tecnologias que misturam ainda mais nossos mundos físico e digital, como impressão 3D, realidade aumentada e sensores que monitoram tudo, desde o clima até dados de saúde e padrões de tráfego.

À medida que os dispositivos detectam, ativam e coletam dados, e trabalham para mudar ou configurar o mundo físico, a segurança dos endpoints e seus ecossistemas só tende a se tornar ainda mais crítica para a segurança cibernética de qualquer organização.

E o cenário de ameaças só vai piorar. Organizações criminosas, e até governos de países globais com grandes recursos, estão criando ataques cada vez mais sofisticados, e a eficiência da internet, com sua economia subterrânea, faz com que essa sofisticação fique rapidamente disponível para um grupo ainda maior de invasores com motivações e propósitos diversos. É claramente um caso de perguntar QUANDO, e não SE, você será atacado.

No futuro, eventos cibernéticos criminosos vão comprometer milhões, ou mesmo bilhões de sistemas ciber-físicos (cyber-physical systems – CPS – a evolução dos sistemas embarcados) de uma só vez, seja para manipular seu comportamento, seja para desabilitar todos ao mesmo tempo.

E, seja considerando isso no contexto da manufatura digital – no qual os produtos são fabricados em uma impressora 3D mais próxima do cliente final; no contexto da computação para atendimento personalizado de saúde; ou, mais amplamente, no contexto da Inteligência Artificial (IA) e aprendizado de máquina sendo incorporados em dispositivos para suportar seus comportamentos autônomos; acreditamos que a inovação em segurança será fundamental para lidar com ameaças emergentes e enfrentar o desafio de garantir a segurança de nosso futuro ciberfísico.

É por isso que, na HP, estamos investindo em pesquisas de longo prazo em segurança cibernética. Isso abrange desde pesquisas sobre segurança cibernética para impressoras, até a pesquisa do design de processos seguros no fluxo de trabalho que garantam que a segurança seja um facilitador para outros cenários ciberfísicos, como a colaboração no escritório do futuro ou assistência médica personalizada. Precisamos tornar as interações seguras e perfeitas para os usuários e gerenciáveis para corporações e administradores. Um exemplo simples é a autenticação. Estamos trabalhando para ir além das senhas e permitir experiências de autenticação de usuário simples, mas confiáveis, com níveis adequados de segurança e garantia de privacidade.

A confiabilidade da infraestrutura de amanhã dependerá da resiliência dos dispositivos endpoint para ataques cibernéticos. Depois de vinte anos na liderança em pesquisa de segurança de dispositivos digitais, continuamos buscando inovações de segurança para ajudar a aumentar as garantias de proteção em hardware, criando dispositivos que podem ajudar a detectar e isolar violações e recuperá-las, tudo em escala considerável e com o mínimo de inconveniência para o usuário.

Criticamente, perseguimos pesquisas que venham a melhorar as técnicas de gerenciamento de segurança operacional, para permitir que nossos clientes mantenham o controle sobre quantidades cada vez maiores de dispositivos, dados e suas interações, a um custo razoável e com as melhores garantias de segurança possíveis. É importante ressaltar que nos esforçamos para acompanhar o ambiente de ameaças em rápida evolução. Fazemos isso de várias maneiras, desde o envolvimento com outros especialistas da academia, governos e indústria, e com o próprio Conselho Consultivo de Segurança da HP.

Mas também operamos nosso próprio Laboratório de Ataques e Malwares, um ambiente isolado que usamos para investigar o estado da arte em softwares maliciosos e recursos de ataque. Isso permite que nossas equipes experimentem o malware em um ambiente contido, compreendam melhor nossos adversários e testem nossas abordagens de pesquisa para detectar, mitigar ou gerenciar a recuperação da infraestrutura contra ataques reais.

No Security Lab da HP, buscamos pesquisas de longo prazo, trabalhando de perto com os negócios da HP para garantir que possamos fornecer inovações de segurança cibernética aos produtos, serviços e soluções da HP que realmente ajudarão a melhorar a segurança e minimizar o custo de operação e a facilidade de uso para indivíduos e corporações. Nosso trabalho nos leva para além da HP, diretamente em sintonia com organizações responsáveis por padrões globais e colaborações com parceiros industriais e acadêmicos, bem como com os nossos principais clientes, com os quais devemos unir forças para promover o estado da arte da cibersegurança e impulsionar nossa indústria na direção de um futuro mais seguro e resiliente.

*Simon Shiu é Head do Security Lab, no HP Labs; e Boris Balacheff é Tecnologista Chefe de Pesquisas e Inovação em Segurança, da HP



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