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7 tecnologias disruptivas que sua empresa precisa testar em 2018

Muitos caminhos levam à transformação digital, e quem não andar por eles corre o risco de não sobreviver a 2020. Separamos 7 tendências tecnológicas que vão ajudar sua empresa a acelerar

Por Embratel

Publicada em 28 de fevereiro de 2018 às 11h39

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Estamos em 2018 e, de acordo com a consultoria IDC, as empresas tradicionais têm menos de 36 meses para acelerar a sua transição para uma cultura digital, sob pena de ficarem de fora do mercado, perdendo cada vez mais terreno para as companhias nativas digitais.

Segundo a IDC, cerca de 59% das empresas ainda estão travadas nos níveis dois ou três do seu índice de maturidade digital (DX Maturity), e muitas delas não conseguirão atravessar 2020 preparadas para sobreviver e gerar produtos e negócios inovadores com tecnologias digitais.

O segredo para chegar à cultura digital plena passa por conseguir mudar o modelo mental das organizações tradicionais, que está focado ainda em práticas analógicas de negócios. Uma das formas de fazer isso é experimentar as chamadas tecnologias digitais disruptivas em projetos-piloto que permitem testar novos produtos ou formas de interação com os consumidores.

Adotar tecnologias digitais compensa, e muito. Pesquisas indicam que, até 2020, em metade das maiores empresas mundiais o crescimento da receita gerada por produtos e serviços baseados no uso de informação será duas vezes maior que a taxa de crescimento do seu portfólio convencional.

São muitas as possibilidades, mas sete tendências, ou tecnologias, se sobressaem como estratégicas nesse cenário de futuro. Confira:

1) Inteligência artificial (I.A.) – Ao invés de substituir a inteligência humana, a I.A. é vista pelas empresas como uma forma de amplificar o potencial humano, dando aos profissionais mais recursos para cumprir suas tarefas e aos consumidores novas experiências de relacionamento com marcas e produtos. Algoritmos cada vez mais sofisticados levam ao aprendizado de máquinas e dão novas dimensões de sucesso a práticas na área de saúde, e-commerce e atendimento aos consumidores, por exemplo.

2) Internet das Coisas (IoT) – Sensores inteligentes instalados em objetos do dia a dia - de carros a prédios – conectam-se entre si e a grandes sistemas de analytics na nuvem por meio da internet, permitindo coletar informações em tempo real que, analisadas, transformam-se em conhecimento e inteligência. A chamada Internet das Coisas (IoT, Internet of Things, na sigla em inglês) vai representar um mercado global de US$ 1,29 trilhão em 2020.

3) Analytics – Nunca o mundo produziu tanta informação como agora. O Universo digital de dados cresce 40% ao ano. Até 2020 teremos gerado 44 bilhões de gigabytes em dados, cerca de dez vezes mais que em 2013. Transformar esses dados em conhecimento e informação é o que fazem os sistemas de analytics, permitindo o nascimento de novas receitas e modelos de negócios baseados em informação. O Analytics associado à Internet das Coisas dá um sentido e inteligência a tudo o que é coletado, mudando radicalmente a forma como tomamos decisões e fazemos negócios.

4) Cibersegurança – Em um mundo hiperconectado, onde tudo – e todos - tem um endereço IP, os riscos para a segurança da informação, identidade e privacidade dos dados aumentam exponencialmente. A avaliação contínua dos riscos é mandatória para as empresas, porque as perdas com um ataque cibernético destroem reputações das empresas atingidas. No Brasil, o valor investido na área deve somar US$ 360 milhões já no primeiro semestre de 2018.

5) Realidade virtual e realidade aumentada – As duas tecnologias mudam a forma como as pessoas interagem com produtos e serviços e abrem oportunidades para novos avanços na área corporativa. O mercado deve movimentar US$ 108 bilhões até 2021 e não se restringe ao entretenimento, como de início pode parecer. Simulações em realidade virtual são usadas hoje em aplicações diversas de medicina, arquitetura, e engenharia, e a realidade aumentada permite ao varejo um novo relacionamento com os consumidores, ou às empresas oferecer novas formas de instruções e manuais a seus funcionários.

6) Blockchain – Mais conhecida por sua aplicação nas transações das chamadas criptomoedas, como o bitcoin, a tecnologia tem valor para ser aplicada em diversos outros setores que requerem segurança e rastreabilidade de transações de diferentes tipos. O registro das operações permanece em milhares de servidores geograficamente dispersos, em um ambiente com alto nível de criptografia, tornando essa tecnologia mais transparente, robusta e quase impossível de ser fraudada.

7) Drones – Esqueça a ficção científica ou cenários de guerra. Esses pequenos veículos aéreos controlados remotamente têm utilidade para diferentes mercados e economias, permitindo monitorar e registrar imagens aéreas de grandes espaços e locais de difícil acesso ou fazer entregas de pacotes em áreas cada vez mais amplas, mudando radicalmente o cenário de comércio e logística. Gigantes como a Amazon.com, a rede de pizzarias Domino’s e a Fedex já testam serviços com drones. Nos EUA, cerca de 3 milhões de drones voam regularmente. No Brasil, o uso destes aparelhos foi regulamentado pela Agência Nacional de Aviação Civil (ANAC) em maio de 2017 para fins comerciais e recreativos.

Por onde eu começo?

Comece pelo seu cliente. 2018 é o ano em que as empresas vão precisar entender profundamente o novo consumidor conectado e suas necessidades, para só então poder desenhar novos produtos, serviços e experiências baseados em tecnologias digitais que abrirão novas fontes de receita e relacionamento.

A jornada para cada empresa é única, mas passa pelo mesmo ponto de origem: o digital first. É preciso mudar o modelo mental analógico para um modelo mental digital, que permite conceber negócios transformadores que atingem o maior número de pessoas.

Se você quiser saber mais sobre as sete tecnologias transformadoras, acesse o link abaixo para fazer o download do e-book completo: 

Revolução Digital: 7 tendências para 2018

 



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