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Tecnologia

Aprendizado de máquina está entre as tendências para 2017

Outras tecnologias que devem ocupar uma posição de destaque, segundo a ThoughtWorks, são Realidade Virtual e Aumentada (VR/AR), processos baseados em Docker, Plataforma como Serviço (PaaS) e arquitetura de microsserviços

Da Redação

Publicada em 09 de novembro de 2016 às 07h15

Chegou a hora de começar a projetar o cenário tecnológico para 2017. A ThoughtWorks divulgou uma lista de tecnologias emergentes que devem ocupar uma posição de destaque entre as iniciativas de TI das empresas no próximo ano.

Entre os destaques estão conceitos como realidade virtual e aumentada (VR/AR), processos baseados em Docker, plataforma como serviço (PaaS), aprendizado de máquinas e arquitetura de microsserviços. Além disso, a consultoria aposta em uma orientação mais autônoma para times envolvidos em projetos.

Dentre os apontamentos, a pesquisa indica que as ferramentas para processamento de linguagem natural funcionarão como uma mola propulsora na adoção de recursos de realidade aumentada e virtual.

Além disso, a ThoughtWorks acredita na proliferação de processos rodando em contêineres virtuais e na nuvem como ambiente primário de desenvolvimento. “Vemos avanço nos níveis de abstração”, ponderou Mike Mason, “ativista” tecnológico da consultoria.

machinelearning

Outro tema explorado no relatório versa sobre a complementaridade entre a inteligência humana e artificial. O executivo acredita que isso não significa um futuro apocalíptico. “Homens e máquinas trabalharão juntos para produzir ganhos que seriam impossíveis em um trabalho individual”, comenta.

Quanto as estruturas dos times de desenvolvimento de software, a consultoria acredita que as organizações de TI adotarão um estilo mais autônomo em suas equipes. Segundo a empresa, adotar essa postura mais livre produz melhores resultados e que a principal questão a ser resolvida em atividades de programação toca problemas de comunicação.

“Muitos departamentos de tecnologia estão empacados em silos”, sentenciou Mason. “Com isso, áreas de negócio se frustram por não poderem avançar na velocidade de startups”, adicionou.

O relatório observa que empreendedores de empresas nascentes – que carregam a cultura do Vale do Silício – estão ingressando em organizações mais tradicionais e revolucionando a abordagem tecnológica dessas companhias.



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