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Como explorar o excesso de dados a favor dos negócios

O volume excedente de dados gerados ainda é algo que precisa ser melhor compreendido para gerar valor. Conheça alguns pontos que ajudarão na reflexão dessa questão

Da Redação, com IDG News Services

Publicada em 16 de maio de 2016 às 17h49

Big Data já se transformou em um termo familiar a diversas esferas do mundo corporativo. Companhias, grandes ou pequenas, buscam formas de tirar vantagem do conceito. Mas os benefícios e prejuízos causados pelo volume excedente de dados gerados ainda é algo que precisa ser melhor compreendido para gerar valor. A seguir, listamos alguns pontos que ajudarão na reflexão dessa questão.

1. Excedente é todo dado que não está no núcleo de seu negócio
Os “dados em excesso” ganharam dimensão extra com a massificação de smartphones e redes sociais. Hoje, a geração de dados é insana. Mas, falando em termos corporativos, Big Data deve “primariamente” se relacionar a funções centrais de seus negócios, o que não tiver essa conexão central é o excesso".
Para um banco, por exemplo, os dados centrais vinculam-se às transações de crédito ou débito dos correntistas. Dados secundários incluem informações como o percentual de transações que os clientes fazem em um terminal de autoatendimento (ATM) ou via celulares. A partir da análise desses comportamentos dos dados “em excesso” é possível criar padrões e melhorar as rotinas operacionais e estratégicas.

 

2. Trata-se de algo, tipicamente, maior
O termo “Big Data” é relativo. De maneira ampla, refere-se àquilo “que é tão grande que não pode ser inspecionado manualmente ou trabalhado registro por registro”. Geralmente, o excesso de dados tende a ser ainda maior que isso, por estar além do limite coletado pelas empresas originalmente – são informações extras que nascem a partir do processamento de outras informações. A partir do momento que são utilizados e entregam valor, esses registros passam a assumir uma função primária no Big Data.

3. Possui um grande potencial
Data Exhaust pode ser extremamente útil. Mantendo o exemplo de um banco: saber como os correntistas direcionam sua transação por canais eletrônicos pode amplificar o relacionamento com aquele cliente a partir da compreensão e contextualização gerada a partir de uma análise de dados primária.

A ideia é que esse excedente contenha elementos importantes de informação que, a princípio, não estavam sendo olhados, mas são extremamente úteis. Esse valor pode não ser coletado imediatamente.

4. Cuidado com os riscos associados ao uso
Podem haver riscos atrelados ao excesso de dados, afinal, muitas vezes trata-se de algo que os clientes que fornecem essas informações não sabem que você irá utilizá-las para alguma rotina. Antes de começar a cruzar essas informações, é prudente fazer uma análise legal das implicações.

5. Norteadores de decisões
O fator fundamental para uma abordagem que considere o uso dos dados em excesso é ser seletivo sobre quais dados são valiosos e, assim, merecem ser guardados. Um ponto de partida está na compreensão dos desafios de negócios aqueles registros são capazes de ajudar sua empresa a responder.



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