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Opinião

A Inteligência da Informação é uma realidade para a sua empresa?

Uma empresa que quer se tornar expert em I.I. tem que passar pela cultura do uso de dados

Cristina Deluca

Publicada em 10 de agosto de 2018 às 08h04

Verdadeiros impérios corporativos vêm perdendo espaço no mercado para empresas que baseiam seus modelos de negócios na inovação, agilidade e uso das novas tecnologias, como Cloud Computing, Big Data, Inteligência Artificial (IA) e robotização – as chamadas Startups.

Só que por trás dessas companhias consideradas inovadoras, o que mais chama a atenção não são os seus meios de produção, mas como as informações corporativas, geradas a partir de cada processo interno ou externo – independentemente da área, finalidade ou complexidade -, são utilizadas para aprimora-los.

Por meio de ferramentas de Business Intelligence (BI), integradas às tecnologias aplicadas nos negócios para coleta desses dados, somadas a equipes de profissionais especializados em Analytics (análises e raciocínio sistemático para tomadas de decisões muito mais eficientes), essas empresas estão conseguindo obter diferenciais competitivos, como em relação à rapidez e assertividade em operações-chaves de atendimento ao consumidor, monitoramento de transações financeiras, marketing e até seleção de funcionários.

Em outras palavras, a disrupção desse modelo de negócio está diretamente ligada à capacidade de aplicar inteligência às informações corporativas, seja para prestar um atendimento diferenciado para um cliente insatisfeito a fim de mudar sua opinião, ou definir um perfil de colaborador que seja ideal para determinada atividade. Dessa forma, cria-se uma metodologia de Inteligência da Informação (I.I.), voltada à geração de oportunidades ao mesmo tempo em que busca a solução de deficiências em toda a cadeia produtiva, com margens mínimas de erros.

Diante desse cenário, muitas empresas já consolidadas em seus segmentos, mas que não possuem uma cultura orientada à utilização dos dados para alavancar os resultados de negócios, precisam se reinventar para acompanhar a revolução que a I.I. está promovendo em todas as áreas do mercado. Afinal, não dá para ficar parado, ou corre-se o risco de se tornar obsoleto e perder Market share para concorrentes mais jovens, como aconteceu nos casos das empresas Uber e Nubank, por exemplo, que viraram de ponta-cabeça os segmentos em que atuam em pouco tempo.

Mas, apesar de imprescindível, essa mudança não é uma tarefa fácil. Uma empresa que quer se tornar expert em I.I. tem que passar pela cultura do uso de dados que evolve: colocar em prática conceitos e tecnologias de TI avançadas para coleta, organização, análise, compartilhamento e monitoramento de informações que oferecem suporte a gestão de negócios; contratar e capacitar a mão de obra; e principalmente, estudar e entender o que essa transformação significa para cada processo, cliente, operação, etc..

inteligenciadainformacao

Só assim essas companhias serão capazes de pensar e focar no desenvolvimento rápido de produtos e serviços, como uma startup, e sobreviver a esta era de inovação tecnológica, social e profissional sem precedentes que está acontecendo neste exato momento em todo o mundo.

Agora, caso a I.I. seja uma realidade muito distante, contar com um parceiro que já tenha experiência na entrega de inteligência aos processos corporativos, que domine a análise de informações e que possa atender todas as demandas de infraestrutura de TI que esse novo modelo exige, é solução mais indicada para ajudar percorrer sem sustos essa jornada revolucionária.



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