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Inteligência Artificial está no centro dos negócios digitais

Pesquisa indica que organizações devem adotar tecnologias de inteligência artificial nos próximos 3 anos ou correm o risco de se tornarem irrelevantes

Da Redação

Publicada em 24 de outubro de 2017 às 14h00

A inteligência artificial tornou-se indispensável para as empresas que querem manter a competividade, bem como conectar diversos espaços e fornecer opções para adaptar seus processos e/ou produtos ao mundo inteligente. A conclusão é do estudo "Modernização de TI: do crítico à transformação digital", realizado pela Vanson Bourne em maio 2017.por encomenda da Avanade. Os dados apontam que 100% dos entrevistados concordam que a automação de processos é uma tecnologia chave para atender aos novos requisitos do negócio digital, sendo que 63% são categóricos em concordar com a nova realidade. Ao mesmo tempo, a maioria das organizações entrevistadas espera implantar a automação de processos nos próximos três anos.

Outros dados demonstram a presença iminente da Inteligência Artificial em diversos negócios: a automação de processos utilizando robôs (63%), a automação inteligente (61%) e a automação cognitiva (59%) são as tecnologias de maior demanda por parte das empresas. Já o aumento da produtividade (85%) e a redução de custos (62%) são os dois principais fatores que influenciam as organizações a implementarem a automação dos processos.

"Há um consenso que as abordagens de engenharia de software modernas e o processo de tecnologias de automação são fundamentais no sentido de endereçar os novos requisitos de negócios digitais e proporcionar recompensas para empresas preparadas a fim de aproveitar todo o seu potencial. É um momento excelente para os tomadores de decisão de TI, já que podem defender a modernização, articular o valor comercial e colocar as habilidades certas para implementações de sucesso", afirma Marcelo Serigo, CTIO e Líder de Estratégia Digital da Avanade no Brasil.

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Automação inteligente e IA: Há diferença?
Para aumentar as capacidades dos trabalhadores e superar o patamar de produtividade, as organizações abrangerão, principalmente, duas formas de tecnologias IA:

  • - A Automação Inteligente, em que as máquinas imitam a aprendizagem, a tomada de decisão e as ações dos seres humanos por meio da inteligência habilitada por serviços analíticos e cognitivos avançados, por exemplo, bots de bate-papo, reconhecimento de objetos e fala e processamento de linguagem natural;
  • - A Automação Robotizada de Processos (RPA – Robotic Process Automation), em que robôs baseados em software são usados para processar tarefas manuais repetitivas e de alto volume que usam dados estruturados, por exemplo, solicitação de seguros.

Já a pesquisa global "Platô de Produtividade: O que está te afastando?", ouvindo executivos C-Level e tomadores de decisão em TI, indica que maioria dos líderes globais, ao contrário do senso comum, acredita que a automação inteligente aumentará a força de trabalho humano ao invés de substituir empregos. O estudo também afirma que 86% dos líderes empresariais globais creem que sua organização deva implantar a automação inteligente para ser um líder em seu setor e 31% das organizações já estão usando automação inteligente e a previsão é que, até 2020, 67% das empresas adote esta tecnologia.

Os resultados confirmam que a inclusão da automação inteligente será fundamental para as organizações romperem o platô de produtividade e serem mais competitivas. Agora é o momento para os líderes estabelecerem uma visão clara de que IA é o centro do mundo dos negócios e começar a educar equipes sobre o potencial da automação inteligente a fim de impulsionar as capacidades pessoais e profissionais.

As transformações trazidas pela IA são profundas e as decisões tomadas hoje gerarão um impacto expressivo nas empresas. "Não podemos dizer exatamente o que acontecerá a seguir, mas podemos dizer que precisamos nos planejar para isso agora", alerta Marcelo Serigo. "Da mesma forma que ocorre com desastres naturais, em que não sabemos exatamente como e quando irão ocorrer, mas precisamos nos preparar para eles, as empresas devem implementar estruturas de ética para evitar consequências não-intencionais que são resultado da inovação de tecnologias avançadas, incluindo IA", conclui Serigo.



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