Recursos/White Papers

Notícias

Automação inteligente será chave para aumento da produtividade

Mais de 85% dos 800 gestores ouvidos em estuda da Avanade acreditam que implementar automação inteligente será imperativo para ser líder na sua indústria

Da Redação

Publicada em 26 de junho de 2017 às 17h21

Empresas devem adotar a automação inteligente nos próximos três anos caso queiram se diferenciar pela inovação. Essa é uma das conclusões de um estudo global realizado pela Avanade com 400 executivos C-Level e 400 tomadores de decisão em TI. A maioria deles (86%) acredita que as empresas nas quais trabalham devem implantar a automação inteligente nos próximos cinco anos para tornarem-se líderes em seus setores.

“Na realidade, muitas empresas já estão experimentando um forte aumento na produtividade a partir da automação inteligente, que oferece uma nova oportunidade para superar a concorrência”, afirma Rodrigo Caserta, Country Manager da Avanade Brasil.

Os entrevistados definem automação inteligente como uma forma de Inteligência Artificial onde as máquinas simulam a aprendizagem, a tomada de decisões e as ações dos seres humanos por meio da inteligência habilitada pelos serviços avançados de análise e cognitivos. Exemplos incluem chat bots, reconhecimento de objeto/voz e processamento de linguagem natural.

Entre os entrevistados, 31% já estão usando automação inteligente e a previsão é que, até 2020, o dobro das empresas adote esta tecnologia. Os principais benefícios serão aumento de produtividade (50%) e um melhor time-to-market (45%). Mas 79% reconhecem que a resistência interna à tecnologia ainda é um inibidor para a sua implementação.

Quase metade dos líderes empresariais globais (43%) acredita que a automação inteligente possibilitará que mais trabalhadores estejam disponíveis para concentrar em tarefas complexas e, sobretudo, na inovação e na redução de custos.

automacaointeligente

A pesquisa também alerta que é preciso adotar novas habilidades para permanecer relevante no setor de automação. Quase dois terços (60%) dos líderes empresariais pesquisados acreditam que a compreensão de tecnologias novas e emergentes, como a Inteligência Artificial, e a capacidade de gerenciar uma força de trabalho especializada, serão mais importantes para a competitividade nos próximos cinco anos do que as especializações tradicionais, como vendas e marketing.

"Para permanecerem relevantes, os líderes precisam ampliar sua visão de automação, e devem educar os funcionários sobre o enorme potencial de se gerar novas capacidades nos âmbitos prossissional e pessoal. Os líderes mundiais já ultrapassaram o fator medo na relação entre humanos e máquinas. Agora, os funcionários precisam ser estimulados.”, afirma Caserta.

 



Reportagens mais lidas

Acesse a comunidade da CIO

LinkedIn
A partir da comunidade no LinkedIn, a CIO promove a troca de informações entre os líderes de TI. Acesse aqui