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Transformação Digital: O que diferencia os líderes dos retardatários?

Estudo da Harvard Business Review Analytic Services, patrocinado pela XL Catlin, tenta responder

Da Redação

Publicada em 19 de junho de 2017 às 09h11

A corrida pela Transformação Digital está bastante acirrada. É o que mostra o estudo: ‘Operacionalização da Transformação Digital: Novos Insights para Fazer a Transformação Digital Funcionar’, da Harvard Business Review Analytics Services (HBR-AS).

Entre os 335 entrevistados em uma grande variedade de setores em todo o mundo, metade diz que estará atrasada ​​em relação a seus concorrentes se não conseguir fazer um melhor trabalho de interconexão digital das várias partes de seus negócios.

A boa notícia é que 43% das empresas pesquisadas disseram estar conseguindo resultados positivos de seus investimentos em transformação digital, especialmente aquelas que usam a tecnologia digital em todos os níveis das operações, desde as cadeias de suprimentos e redes de distribuição até as atividades de Compliance e Analytics.

As líderes superam consideravelmente os outros dois grupos no desempenho de negócio, com 73% relatando maiores receitas, contra 20% dos seguidores e 12% dos retardatários. Da mesma forma, 68% dos líderes relatam maior lucratividade, contra 25% dos seguidores e 14% dos retardatários.

Essas líderes da Transformação Digital são mais rápidos na adoção de novas tecnologias e gastam mais nelas, e são mais propensas a procurar e contratar trabalhadores com as habilidades para tirar proveito da tecnologia. E adotam mais facilmente uma estrutura organizacional aberta na qual os dados são amplamente compartilhados Não só internamente, mas também com parceiros externos.

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Além disso, usam a tecnologia digital, não apenas na linha de frente, para se aproximar clientes, mas também nos bastidores para integrar mais estreitamente cadeias de suprimentos e redes de distribuição, e para melhorar as operações.

"De certa forma, é lógico que muitas organizações tenham começado sua transformação digital pelos pontos de atendimento ao cliente, sendo impulsionados pela demanda do consumidor. No entanto, as organizações líderes sabem que as funções do back office (por exemplo, operações gerais, cadeia de suprimentos e distribuição) são igualmente fundamentais para a operação da transformação digital", comenta Alex Clemente, diretor-gerente da HBR-AS.

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Infelizmente, tornar-se uma organização verdadeiramente digital permanece para muitas empresas um objetivo distante. Quase 40% dos entrevistados dizem que seu negócio principal está em risco de ruptura digital

A grande maioria dos entrevistados (81%) diz que planeja impulsionar seus gastos em tecnologia nos próximos dois anos, como parte da luta para permanecer competitivo.

Os sistemas legados, operações fragmentadas/sistemas de informação e restrições orçamentárias são os três principais desafios que as organizações enfrentam ao alavancar recursos digitais para melhorar as operações.

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De acordo com os entrevistados, as principais habilidades exigidas pelo foco maior no negócio digital incluem:
• Uma capacidade de adaptação à mudança (citada por 79% dos entrevistados)
• Capacidade de comunicar e colaborar (62%)
• Uma orientação focada no cliente (61%)
• Aptidão analítica (47%)

"É uma estratégia de negócios que precisa levar à transformação digital, não o contrário", diz Greg Hendrick, Presidente de Property & Casualty da XL Catlin. "Estudos como este nos ajudarão a obter informações e olhar para a frente, para que possamos ajudar nossos clientes a enfrentar esses riscos para alcançar todos os benefícios da transformação digital ao longo de toda a operação", completou.

Os 335 entrevistados representam empresas das América do Norte (31%); Ásia-Pacífico (27%); Europa (23%); América do Sul (9%); África (7%); e outras regiões (2%).



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