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Erro humano continua sendo a maior causa da imprecisão dos dados

Estudo global da Seresa Experian revela ainda que 72% dos btasilrios entrevistados acreditam que a qualidade de dados estimula a confiança do consumidor

Da Redação

Publicada em 09 de março de 2017 às 16h18

Dados da Pesquisa Global sobre Gestão e Qualidade de Dados (Global Data Management Benchmark Report), divulgados pela Serasa Experian, revelam que oerro humano continua sendo a maior causa da imprecisão dos dados em todo o mundo, apontado por 33% dos entrevistados. No Brasil, esse item empatou com falta de recursos internos e pouca comunicação entre os departamentos, todos citados por 32% dos entrevistados.

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Esta é a primeira vez que o Brasil é incluído no estudo, realizado pela Experian entre outubro e novembro do ano passado com 1.400 profissionais profissionais das áreas de TI, marketing, vendas de diferentes setores em oito países.

Globalmente, os problemas de qualidade das informações estão entre os principais fatores de atraso dos projetos de migração de dados (40%), seguido pela falta de padronização (35%), questões relacionadas a orçamento (29%) e uso de ferramentas ineficazes (26%).

Porém, de acordo com 51% dos entrevistados, os problemas podem ser reduzidos a partir de uma melhor comunicação. Já 47% acreditam que há solução por meio de melhorias na qualidade dos dados e 40% acreditam na utilização de ferramentas mais inovadoras para gerenciá-los.

Para 57% dos profissionais brasileiros o maior risco de não ter dados confiáveis pode impactar na fidelidade e/ou satisfação dos clientes, seguido pelo non-compliance e regulação e, ainda, a perda de receita de clientes, que empatam em 46%.

Na opinião de Michelle Carneiro, gerente de produtos da Serasa Experian, já há um reconhecimento por parte das empresas deque a percepção da marca e a lealdade dos clientes dependem da experiência proporcionada por elas. Globalmente, metade das empresas utilizam os dados para melhorar o atendimento e proporcionar melhores experiências. No Brasil, este percentual é ainda maior (79%). Além disso, 72% dos entrevistados do país acreditam que a qualidade de dados estimula a confiança do consumidor.

“Os profissionais brasileiros já enxergam que uma estratégia bem sucedida depende da implementação de boas políticas e gestão de qualidade de dados. Eles também esperam usar seus dados para aumentar a receita e melhorar o atendimento ao cliente”, explica Michelle.

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Não por acaso, mais de 90% das organizações pesquisadas indicam que pretendem investir em projetos que ajudem a aumentar a qualidade dos dados com os quais trabalham nos próximos 12 meses.

Por isso, segundo Michele, aumentar as práticas de gerenciamento de dados e governança será ainda mais importante daqui para frente. Isso irá assegurar que as empresas consigam impulsionar oportunidades para elas e para seus clientes.

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