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Pesquisa comprova aumento na demanda por especialistas em cibersegurança

Relatório da CompTIA reforça que o perímetro de segurança tradicional se dissolveu a partir do avanço no uso de computação em nuvem

Da Redação

Publicada em 21 de março de 2016 às 16h47

A busca por analista de segurança cibernética cresceu acima da média do setor de TI nos últimos meses. De acordo com um levantamento da CompTIA, a tendência é que a demanda continue aquecida ao longo de 2016.

Um estudo realizado anualmente pela associação indicou que, conforme as empresas aprimoram suas práticas de cibersegurança, devem se preparar para navegar em um ambiente complexo contratação se quiserem garantir a qualificação dos talentos.

O relatório também revelou que temas relativos à proteção cibernética avançaram para o topo das estratégias operacionais das organizações e descreveu como as companhias podem reter talentos de segurança de alto nível.

De acordo com Tim Herbert, vice-presidente sênior de pesquisa e inteligência de mercado da CompTIA, o estudo reforçou um foco pesado dos líderes empresarieis em processos e estratégias de transformação digital.

"Isto poderá implicar em mais análise de dados para melhorar a tomada de decisão, ou automatizar processos de rotinas por meio de aplicações de software-as-a-service para maximizar a produtividade", avaliou

Em comparação, quando a entidade realizou uma pesquisa informal com 400  funcionários de nível médio, o pedido de tecnologia de ponta para 2016 foi um novo computador, seguido de uma melhor experiência de usuário com a tecnologia já existente na empresa.

"Isso destaca as dificuldades que as organizações enfrentam em equilibrar as prioridades: a necessidade de dedicar tempo e recursos para impulsionar a inovação e, ao mesmo tempo, manter e suportar as necessidades de tecnologia do núcleo de trabalhadores", explicou.

Seth Robinson, diretor sênior de análise de tecnologia da CompTIA, observou que uma das tendências mais quentes que um especialista em segurança deve focar versa nas habilidades em torno da segurança de dados.

"Você vê empresas que se deslocam do orçamento de antivírus e firewalls para algumas dessas novas ferramentas, tais como soluções de prevenção de perda de dados", reforçou.

"Nós estamos vendo mais e mais organizações casarem a segurança da TI às suas necessidades de negócios", observou James Stanger, diretor sênior de gerenciamento de produtos da associação. "Os profissionais de segurança precisam pensar muito mais como uma empresa ou como uma pessoa de finanças."

 

Ele explicou que, como o perímetro de segurança tradicional se dissolveu na nuvem, há uma maior demanda por conjuntos de habilidades híbridas que fundem analytics, negócios e segurança.

 

"Do ponto de vista empresarial, é necessário avaliar a quantidade de dinheiro que se está gastando, e quais funções críticas de negócios somos capazes de proteger", projetou. "Do lado da análise, deve ser alguém que pode usar os dados da organização para ser preditivo sobre as violações de segurança e falhas que possam vir a acontecer; tentar prever de onde um ataque pode vir, ou onde pode existir um ponto fraco."



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