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CIOs sobem nas preferências dos CEOs

De acordo com estudo do Gartner, líderes empresariais já reconhecem melhor o valor dos CIOs na transição para os negócios digitais

Da Redação, com IDG News Service

Publicada em 15 de abril de 2014 às 16h10

Os CEO já começam a enxergar a transição para o negócio digital como uma projeto de equipe e, nesse cenário, o CIO ainda tem certo destaque, segundo estudo recente do Gartner. Quando a consultoria questionou executivos líderes de empresas a quem dariam a responsabilidade de liderar a inovação digital, e as mudanças associadas a ela ao longo dos próximos dois anos, o cargo do CIO esteve entre os mais mencionados, quando a condução para o novo cenário é liderada por um único profissional. Mas a maioria dos CEOs vê outros executivos envolvidos na tarefa, uma vez que considera iniciativas digitais muito mais como um esforço coletivo de um comitê operacional”.

O Gartner ouviu 410 líderes seniores de empresas no final de 2013. “Esperar que o CIO seja o principal impulsionador no negócio digital é uma mudança bastante brusca e de grande na expectativa e ênfase para o cargo”, considerou o vice-presidente da Gartner, Mark Raskino.

“O digital está fortemente associado à inovação para o cliente. Há dois anos, em nosso estudo sobre CIOs, estes profissionais estavam mal posicionados na lista de executivos sobre os quais havia a percepção liderança da inovação”, recorda. Ao longo da última década, aos CIO e à função de TI, em geral, têm sido atribuídos os papeis de gestores de custos de TI e mantenedores da qualidade de serviço, não o inovadores ou contribuintes para a estratégia da empresa.

Uma das tarefas mais importantes para o CIO durante os próximos dois anos é eliminar a grande lacuna existente na empresa ao perfeito entendimento do negócio digital, trabalhando na formação do conselho de administração, dos executivos, dos gestores e intermédios.

“Uma década pensando a TI como commodity, passível de outsourcing, deixou muitos líderes empresariais numa posição de relativa fraqueza. A sua visão e conhecimento das mudanças que a tecnologia torna possível, não são suficientemente fortes. As suas capacidades para executar as profundas mudanças requeridas, baseadas em tecnologia, não estão a ser bem praticadas”, considera Raskino.



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