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Gestão

Seis regras de ouro para montar uma equipe vencedora

Escolhas malfeitas podem desestruturar uma boa equipe. Por isso, é preciso priorizar a avaliação de algumas habilidades na busca por talentos

Phil Schneidermeyer, CIO/EUA

Publicada em 01 de fevereiro de 2018 às 10h56

Nathan Brown faz parte da lista de CIOs que acumulam passagens por empresas de diferentes segmentos. Sua trajetória inclui atuações na área comercial, no governo e em entidades sem fins lucrativos. Hoje, o executivo ocupa a liderança de TI da Care.com, empresa norte-americana que ajuda pessoas a localizarem babás e cuidadores de idosos. Antes, foi diretor sênior de TI da Year Up, desenvolvedora de um programa de força de trabalho de TI para jovens adultos. Também foi CIO da Harvard Law School.

Independentemente do setor de atuação, Brown segue seis regras na construção de uma equipe.

1. Não contratar por desespero

2. Nunca ignorar uma bandeira vermelha

3. Ajustar questões de personalidade

4. Conjuntos de habilidades são, por vezes, menos importantes

5. Envolver os líderes no processo de contratação

6. Entrevistar todos os profissionais internos interessados na oportunidade antes de uma oferta externa.

Segundo Brown, para muitos, a contratação de talentos em uma instituição sem fins lucrativos não é muito diferente de uma empresa com fins lucrativos. No entanto, geralmente, os salários são menores e não há opções de cargos. Devido a isso, é preciso focar na busca de profissionais com uma paixão para a missão.

Ao ocupar essa posição, Nathan teve cuidado para não exagerar em habilidades. Ele observou pessoas com potencial para crescer naquele papel. Ele encarava como algo negativo alguém dizer que era a pessoa adequada porque sabia executar todas as tarefas da função. Desse cenário tirou uma lição. Se os candidatos não estão olhando para o crescimento e o desafio, então eles provavelmente não têm a motivação buscada.

seleção

Se o profissional altamente capaz tecnologicamente tem uma personalidade perigosa, ele pode destruir a equipe. Inclua o time no processo de entrevista para minimizar esse risco, ensina Nathan. Ao envolver o grupo e ele identificar que aquela não é a pessoa certa, os profissionais preferem esperar encontrar o perfil adequado a escolher o errado. Uma equipe que realmente gosta de trabalhar em conjunto é altamente produtiva e tem um turnover menor.

 

(*) Phil Schneidermeyer é parceiro do Heidrick & Struggles, empresa especializada no recrutamento de líderes de tecnologia em todos os setores da economia



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