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Quais competências o mercado tem valorizado mais nos Cientistas de Dados?

Uma análise de perfis encontrados no LinkedIn mostra importância para o domínio de Python, R e SQL. Mas o conjunto ideal de habilidades varia muito

Da Redação, com IDG News Service

Publicada em 18 de dezembro de 2017 às 14h16

Cientistas de dados com experiência em Python, R ou SQL, mestrado ou qualificação superior, têm maior probabilidade de ter sucesso na profissão, de acordo com um novo estudo do 365 Data Science, site ligado à 365 Careers. O site coletou dados de 1001 perfis profissionais no LinkedIn para saber as características que têm sido mais requisitadas. 

O perfil típico daqueles trabalhadores inclui ser homem (71% dos perfis) e falar pelo menos uma língua estrangeira, ter mestrado ou ser doutorado.

O profissional típico tem dois anos na profissão e trabalha há 4,5 anos. Globalmente, 53% dos trabalhadores dedicados à função usam linguagens de programação Python ou R, mas no Reino Unido, o SQL é um pouco mais popular do que o segundo. “R e Python ganharam popularidade nos últimos anos”, diz Iliya Valchanov, um dos co-fundadores do site 365 Data Science.

As competências em Hadoop são mais proeminentes (11,7%) nas empresas incluídas na lista Fortune 500, que processam grandes volumes de dados. Mas não nas empresas de menor porte (2,7%).

Antes de serem Cientistas de Dados, os profissionais com atuação nesse mercado eram analistas (19%), especialistas em TI (16%) ou já exerciam as funções (14%) de estatísticos.

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O profissional típico estudou ciência da computação (20%), estatística e matemática (19 %), ou economia e ciências sociais (19%). Cerca de 40% frequentaram cursos online relacionados com a área, tendo-se registrado uma média de 3,33 certificados nos currículo dos perfis identificados no LinkedIn.

Havia menos perfis com doutorado ou graus acadêmicos em Ciência de Dados do que a 365 Data Science esperava. A empresa atribui o fato à visibilidade obtida pela área nos últimos anos.

“O principal problema com a área é que esta é tão nova que as universidades não estão preparadas para a demanda desse tipo de profissional”, confirma Valchanov. 

As indústrias de transformação e de TIC estão nas “rotas” mais frequentes para cientistas de dados. E as oportunidades diferem significativamente entre os países.



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