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5 motivos para repensar sua estratégia de governança de dados

Se você acredita que só é possível implementar uma governança de BI por meio de processos rígidos e acesso restrito, chegou a hora de rever seus conceitos. Aqui estão 5 motivos para você repensar.

Por Tableau

Publicada em 16 de outubro de 2017 às 17h28

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Já se foi o tempo em que a única maneira efetiva de implementar uma estratégia de governança de BI com sucesso era por meio de um processo rigoroso, controles rígidos e acesso restrito aos dados e relatórios de BI. Hoje, por meio do BI de autoatendimento, é possível empoderar quem realmente entende do negócio a explorar as fontes de dados e obter insights relevantes para o dia a dia da empresa sem comprometer a segurança dos dados. Nos próximos parágrafos, você entenderá os 5 principais benefícios desta abordagem, mas antes disso, vale entender um pouco do contexto atual de algumas organizações.

Muitas empresas ainda acreditam que regras estritas e controladas por um grupo limitado de indivíduos centralizadas em TI, mitigam os riscos de mal uso da informação. Infelizmente, tanta rigidez restringe a capacidade de quem realmente entende do negócio e tem o contexto necessário para interpretar os dados e transformá-los em insights e ações.

O resultado são organizações com uma “sombra da TI”, e essa sombra faz com que decisões e processos críticos para o dia a dia da empresa sejam tomados com base em dados não aprovados, processos não sancionados, ferramentas não homologadas e sem suporte organizacional. O controle excessivo expõe essas organizações ao risco de tomar decisões mal embasadas e de comprometer as fontes de dados, chance que aumenta substancialmente quando o processo ocorre pelas costas de uma TI hiper controladora.

Chegou a hora dos líderes de BI repensarem este approach e investirem em soluções de governança focadas em habilitar o usuário a extrair o máximo potencial dos dados ao mesmo tempo que mitigam os riscos. Para muitas empresas, essa noção representa um universo de mudanças que muitas vezes parecem contra-intuitivas em relação as práticas de governança existentes e requerem verdadeiras transformações na forma como a TI enxerga e fala sobre governança com seu público de interesse - os stakeholders.

Empresas que navegam neste período de transição de uma cultura de restrição para uma cultura de empoderamento com sucesso obtém 5 benefícios principais:

1- Maior adoção para melhores decisões

O valor dos dados de uma organização só pode ser explorado quando as pessoas envolvidas no dia a dia da empresa - isto é, as áreas de negócios, estão livres para esmiuçar, descobrir e analisar os dados a procura de insights chave. Para atingir esse objetivo é necessário um modelo de governança de fácil adoção e que permita a inclusão de novos usuários de forma rápida, segura e responsável.

O impacto de uma estratégia de BI focada no usuário final, pessoas que geralmente tem conhecimentos técnicos limitados, é ainda maior quando estes são incentivados a perguntar e responder suas próprias perguntas com dados que eles conhecem, entendem e confiam. Esses usuários tem o contexto de negócios necessário, estão a frente do processo de decisão e tem habilidade de transformar insights em ações.

2- Mais confiança nos resultados

Quando os usuários são empoderados e se sentem parte do processo, a governança passa de algo que ninguém quer falar para um tópico que todos se sentem responsáveis. A participação ativa torna os usuários mais confiantes de suas descobertas, mais propensos a compartilhar esses achados e colaborar com os colegas de trabalho. O resultado é uma adoção rápida e participativa que estimula o trabalho conjunto e gera resultados perceptíveis para os negócios. Essa transição, portanto, transforma os usuários em participantes ativos no processo de governança analítica de uma organização e gera as ferramentas necessárias para escalar rapidamente essa cultura de decisões baseadas em dados.

3- Eliminar a sombra da TI

Organizações que convivem com a “sombra da TI” rapidamente se tornam irrelevantes em um modelo de governança de BI cuja a fundação é embasada em empoderamento do usuário e em um BI de auto-serviço. Eliminar esta sombra dá aos usuários a possibilidade de trabalhar com dados confiáveis, em um ambiente seguro, sem sacrificar segurança por agilidade.

4-Um time de TI mais estratégico

Quando o objetivo de uma governança de BI é restringir o acesso, a TI despende uma quantidade desproporcional de tempo definindo regras e garantindo que elas sejam cumpridas. Ao adotar uma estratégia de governança que encoraja a adoção massiva e estimula o usuário a extrair o máximo potencial dos dados, a TI deixa de lado o papel de regulamentador e passa a ser um facilitador do processo se envolvendo em iniciativas mais estratégicas, e trabalhando lado a lado com as áreas de negócios em projetos relevantes para o dia a dia da organização. Com seu escopo ampliado, a TI pode suportar iniciativas de pesquisa e inovação e trazer a tona novas fontes de dados, ferramentas e técnicas que aumentam o valor de BI de uma organização.

5- Segurança de verdade ao reduzir riscos

Empresas que optam por um sistema de governança de dados restritiva geralmente tem um falso senso de segurança em relação à seus dados e a forma como eles são usados. Se os usuários e a “sombra da TI” usam os dados fornecidos pela TI como base para alimentar processos recorrentes e análises que estão fora da alçada da TI, o grau de confiabilidade desses dados se deteriora consideravelmente a medida que os dados vão sendo destrinchados.

Quando os usuários acreditam no processo de governança e confiam que suas regras refletem as necessidades do negócio tanto em questão de segurança quanto de agilidade, eles estão mais dispostos a seguir estas regras e mais propensos a evitar riscos desnecessários.

Com a modernização das plataformas analíticas e de BI no radar de muitas organizações, esta é a hora certa de adotar um modelo de governança projetado para empoderar o usuário a usar o BI de autoatendimento de forma responsável e assim maximizar o alcance e o impacto das análises da organização.

 



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