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Retenção de talentos: CIOs precisam usar a criatividade

O primeiro passo para criar uma política eficiente é entender o que motiva cada membro da equipe, afirma especialista da Robert Half

IDG News Service

Publicada em 06 de abril de 2010 às 08h00

Junto com a retomada da economia, as empresas tiraram da gaveta muitos projetos que ficaram congelados durante a crise financeira internacional. Como reflexo, houve um aumento na contratação de profissionais. Se isso representa uma oportunidade para quem busca um novo emprego, por outro lado, traz um desafio para os CIOs: o de reter os talentos nas equipes de TI.

Um estudo global das empresas de recrutamento de executivos Robert Half e CareerBuilder descobriu que 55% dos profissionais pretendem trocar de emprego, carreira ou indústria quando o mercado estiver estabilizado.

Não à toa, muitos CIOs têm corrido atrás de iniciativas para retenção de talentos em TI, com o intuito de evitar a evasão de profissionais. Mas as políticas, mesmo aquelas consideradas um modelo de sucesso para muitas companhias, nem sempre valem para todas as equipes, alerta o diretor-executivo da Robert Half Technology, Dave Wilmer. “Pegue um tempo e faça esforços para customizar as ações de retenção com base nas necessidades e valores de sua equipe, menos do que meramente utilizando ofertas ‘prontas’”, explica Wilmer.

O primeiro passo para criar uma política para e retenção adequada é ouvir os membros da equipe e descobrir o que cada um deles valoriza. Isso ajudará a detectar que tipo de iniciativa podem fazer mais sentido para motivá-lo. “Mesmo que não se consiga atingir todos os desejos de cada um, crie ações que tragam melhorias, ajudem a evitar investimentos desnecessários e sirvam de inspiração para o futuro, quando a companhia estiver apta a incorporar as sugestões”, detalha o especialista. Ainda de acordo com ele, algumas companhias já usam uma estratégia na qual os próprios funcionários sugerem uma lista de recompensas e incentivos que gostariam.

Wilner afirma que os esforços para retenção de talentos podem ser simples. Ele cita que algumas companhias optam por cafés da manhã com o principal executivo da empresa para estimular o senso de união e participação das pessoas. Muitas também têm optado por firmar acordos com academias ou clínicas de estética, com o objetivo de demonstrar que a organização está preocupada com o bem estar dos funcionários.

“Mas lembre-se que até as iniciativas mais criativas podem virar algo banal”, ressalta Wilmer, que acrescenta: “É necessário rever as políticas periodicamente para determinar se elas fazem sentido com o que os profissionais pensam, o que pode ser feito em conversas informais ou reuniões formais.”

O especialista considera também que os profissionais tendem a ficar mais motivados quando percebem que a organização e seu superior direto estão gastando energia para criar iniciativas que atendam às suas necessidades específicas. 



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